Como fazer o seu bebê dormir a noite inteira? Confira essas dicas!

Você está tentando fazer com que o seu bebê tenha uma boa noite de sono? Assista esse vídeo bem bacana da Renata Tricário Pires, que está disponível no Youtube e também pode ser conferido aqui:


Que tipo de comida devo oferecer para o meu filho?


Alimentação é sempre algo muito preocupante, especialmente quando se trata de crianças. Com certeza você já deve ter se perguntado: o que devo oferecer para o meu filho? Será que esse alimento tem os nutrientes que ele necessita? Para ajudar a minimizar essas dúvidas, confira as dicas abaixo!

1. Carboidratos 

Os carboidratos são os responsáveis por dar energia ao organismo, e precisam ser oferecidos à criança em todas as refeições, e às vezes no lanche. Alguns exemplos: macarrão, arroz, batata, mandioca, cereais matinais e todos os alimentos feitos com farinha, como pães, bolos e bolachas. 

2. Frutas, verduras e legumes 
Pode ser que demore um pouco para a criança se acostumar às verduras. Tente oferecê-las em todas as refeições para que seu filho perceba que elas fazem parte do cotidiano alimentar da família. As frutas já são bem mais aceitas: ofereça-as também em pedacinhos para que seu filho coma sozinho. Elas são ótimos ingredientes para sobremesas e para bolos caseiros, que podem ser servidos de lanche. 

3. Alimentos ricos em ferro e proteína 
São eles: carne, frango, peixe, ovos e leguminosas (como feijão, grão-de-bico, ervilha e lentilha). Devem ser oferecidos em uma ou duas refeições por dia. Corte a carne bem pequenininha se seu filho tem dificuldade de mastigar. Prefira cortes com menos gordura. O fígado é uma das maiores fontes de ferro. 

No caso de alimentos industrializados, tais como hambúrgueres, almôndegas ou frango empanado, verifique na embalagem não só a quantidade de gordura mas também a de sódio. Sódio demais é prejudicial, e esse tipo de alimento costuma exagerar na dose. 

Famílias vegetarianas devem reforçar o consumo de grãos, ovos e castanhas, consumindo-os em duas ou três refeições por dia, para obter a quantidade necessária de ferro. Se há alguém alérgico na sua família, é aconselhável esperar até a criança ter 2 ou 3 anos para dar castanhas (amêndoas, nozes, amendoim etc.). 

O ferro é mais bem absorvido quando consumido junto com a vitamina C. Por isso, um bifinho de fígado com suco de laranja é uma grande pedida. 

4. Leite, queijo e iogurte 
Ofereça leite e derivados ao seu filho mais ou menos três vezes ao dia. Os derivados de leite garantem o cálcio necessário para o crescimento dos ossos, mas têm pouquíssimo ferro. Entre 1 e 3 anos, as crianças precisam de menos leite do que antes do primeiro aniversário. 

O total do dia pode ser de cerca de 350 ml. Por isso, não dê mamadeiras cheias. Faça um esforço para dar menos quantidade -- a transição para o copo facilita. O problema de tomar muito leite é que não vai sobrar muito apetite para os outros alimentos, principalmente os ricos em ferro. 

Se você estiver amamentando, continue. Caso já tenha desmamado seu filho, a partir de 1 ano não será mais necessário usar fórmulas especiais -- você pode dar o leite comum, do supermercado. 

A orientação dos especialistas é que crianças tomem leite integral (tipo A) até os 2 anos de idade. Depois disso, é possível passar para o tipo semidesnatado ou leite tipo B, desde que ela esteja se alimentando e se desenvolvendo bem. Nunca dê leite desnatado, light ou tipo C para seu filho, até ele ter pelo menos 5 anos, exceto sob orientação expressa do pediatra. 

Existem fórmulas em pó que contêm leite integral e são fortificadas com ferro e vitamina. Você pode optar, junto com o pediatra, em dar uma dessas fórmulas, se seu filho não se alimentar muito bem. Nessa idade, não é incomum que crianças acabem ficando com um pouco de anemia por deficiência de ferro.



Publicidade de alimentos e obesidade infantil




É comum pais e mães ficarem extremamente preocupados com o tipo de alimento que seus filhos consomem. Todos nós desejamos que nossos pequenos usufruam de boa saúde e qualidade de vida. 


A obesidade e doenças crônicas é um problema que atinge, de maneira crescente, o mundo inteiro.  

As campanhas de marketing não apenas influenciam as escolhas alimentares na infância, mas também buscam fidelizar consumidores desde a mais tenra idade. 

O objeto preferencial são os alimentos ultraprocessados, feitos a partir de ingredientes industriais, com pouco ou nenhum produto fresco, e, geralmente, com alta quantidade de açúcar, gordura ou sódio.

No Brasil, apesar da proibição da publicidade abusiva (direcionada à criança) prevista no Código de Defesa do Consumidor (CDC) desde 1990, a falta de regulamentação específica para alimentos prejudica a efetivação da lei.

O novo Guia Alimentar para a População Brasileira, publicado pelo Ministério da Saúde em 2014, reconhece a influência e coloca a publicidade de alimentos como um dos obstáculos para a alimentação saudável. 

O guia destaca que a regulação é necessária, pois a publicidade estimula o consumo de alimentos processados, induzindo a população a considerá-los mais saudáveis, com qualidade superior aos demais, e frequentemente associá-los à imagem de bem-estar, felicidade e sucesso.

Independentemente do tipo de alimento, a propaganda direcionada a crianças se aproveita da vulnerabilidade de indivíduos em fase de desenvolvimento para incentivar o consumo.  

Por isso, não deve ser permitida. Ainda temos um longo caminho pela frente para alcançar a garantia dos direitos à alimentação adequada e saudável e os direitos dos consumidores. 

Para contribuir com esse processo, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), juntamente com organizações de defesa do consumidor de todo o mundo, está em campanha para pressionar a Organização Mundial da Saúde para a elaboração de um tratado global sobre alimentação saudável. O objetivo é incentivar os países a aprovar leis que efetivamente eliminem a propaganda de alimentos ao público infantil. Para saber mais e apoiar: http://www.idec.org.br


Já escolheu o nome do seu bebê?

Escolher o nome do bebê nem sempre é uma tarefa fácil para a mamãe e o papai. São sugestões vindas de todos os lados: avós, titios, amigos... aff! Para ajudar a solucionar essa confusão, a nossa equipe encontrou dicas bem legais no site bebe.abril. Confira!

1. O nome deve ter um significado especial

O ideal é que ele expresse algo que soe positivo para você. Afinal, o nome é sempre o que causará a primeira impressão nas pessoas, além de refletir como os pais enxergam o filho quando se tornar um adulto. Se imagina que o bebê, por exemplo, será um atleta, escolha um nome que esteja relacionado a força física e agilidade.

2. Combine com o sobrenome

Repita a combinação diversas vezes para verificar o ritmo. Se você tem um sobrenome comum, como Silva ou Sousa, pense em um nome um pouco menos usual para fazer a associação perfeita. Uma boa dica é procurar no Google quantos homônimos o seu filho terá. Se a lista for muito grande, melhor pensar em outra opção. É importante também verificar se há redundância — Fernanda Fernandes, por exemplo. Se a cacofonia não lhe agradar, melhor escolher outro nome.

3. Leve a grafia em consideração

Se o nome escolhido tiver uma grafia pouco habitual, caberá a seu filho (coitado!) corrigi-la a todo instante. Por outro lado, se o nome é facilmente encontrado, a grafia diferente poderá torná-lo menos trivial.

4 . Repare como ficam as iniciais juntas

Cheque se as iniciais do nome, principalmente a do primeiro e a do último juntas, não formam nenhuma expressão com significado indesejado. O nome Ricardo Augusto Tavares Orsolin, por exemplo, forma a rubrica RATO. Em muitas empresas, as pessoas são identificadas pelas iniciais, em crachás por exemplo. O nome também fica reduzido em cartões de crédito e assim por diante. Então, esse tipo de detalhe também conta.

5. Decida se quer, ou não, honrar alguma tradição familiar

Será que a família tem a tradição de dar certo nome, herdado de geração para geração? Veja se realmente o significado dele condiz com seu desejo. E lembre-se: essa decisão é dos pais, que não devem se sentir pressionados a seguir o comportamento familiar. Se, no entanto, preferir a diplomacia, uma saída é usar esse nome tradicional como o do meio.

6. Pense nos possíveis apelidos

Você está preparado para ouvir seu filho sendo chamado por um apelido? Beatriz, por exemplo, comumente vira Bia, mesmo que a gente insista no nome original. Então, não dá para fazer nenhuma escolha sem imaginar todos os apelidos que determinado nome poderá render.

7. Repita, repita, repita

Antes de tomar a decisão final, pronuncie o nome centenas de vezes. Um ótimo exercício é usar as mais variadas entonações e sentidos, para ver se a sonoridade agrada pra valer.

8. É legal dar nomes exóticos?

Pense duas vezes antes de dar um nome pouco comum para o seu filho. Pesquisas apontam que crianças com nomes “estranhos” são mais facilmente alvos de brincadeiras de mau gosto nas escolas durante a infância. Mas, se não se importa com isso, vá em frente.

9. Nomes fora de moda costumam voltar

Lembre-se disso. Não se incomode se gostar de um nome que parece em desuso. Ou o contrário: não escolha um nome só porque ninguém mais é chamado assim, na esperança de ser original. Nomes considerados antigos costumam voltar à voga . Joaquim, por exemplo, já foi considerado um nome fora de moda e, agora, retornou com tudo. Isso sempre muda e não pode ser fator determinante.

10. Nomes de celebridades: muito cuidado

Essa é uma boa maneira de homenagear os seus ídolos. No entanto, pense duas vezes antes de fazê-lo, principalmente se a celebridade ainda estiver na ativa. Afinal, ninguém sabe como a Madonna, por exemplo, entrará para a história.

11. As emoções da hora do nascimento importam

A lista está acabando e você já notou quantos fatores precisa levar em consideração na escolha do nome do seu bebê. No entanto, a hora do nascimento é o momento que realmente importa! As sensações e emoções que veem à tona fogem da lógica. Assim, uma boa dica é: esqueça a opinião de amigos, familiares e escolha um nome ou sustente uma decisão anterior baseando-se nos sentimentos desse momento tão especial. Receba seu bebê com todo o amor e carinho. E não perca a oportunidade de olhar para o seu rostinho e ser a primeira pessoa a pronunciar o seu nome.



Como lidar com a Fase do Porquê?


Engraçado como as crianças ficam cada dia mais curiosas. De repente, é um tal de "porquê isso?", "porquê aquilo?", que os adultos chegam a ficar impacientes e sem resposta para tantas perguntas. Mas porquê os pequenos perguntam tanto? Porquê querem saber de tantas coisas? Mas, porquê... porquê os "porquês" são intermináveis?

Em busca de uma resposta para tantos "porquês", encontramos no site da Brasil Escola um artigo super interessante sobre essa fase. Escrito pela pedagoga Jussara de Barros, o texto fala sobre esse momento tão importante na vida dos pequenos - e nós, os "grandes", já passamos por isso. Assim, reproduzimos aqui, na íntegra [se quiser visualizar o texto no site da Brasil Escola, é só clicar aqui]:


A Criança e a Fase dos Porquês

Por volta dos três e quatro anos de idade a criança desperta para a curiosidade de entender como as coisas acontecem.

Isso ocorre devido à construção da própria identidade, que acontece na infância, quando a criança passa a se descobrir, a ter noção do próprio “Eu”, da importância de sua existência, das coisas que consegue fazer, que vê ou que ouve.

A partir dessa descoberta, passa a perceber os fatos ao seu redor dando maior ênfase a como tudo acontece, ou seja, os porquês referentes à esses. Muitas vezes as crianças nos questionam repetidamente e emendam um porquê atrás do outro.

É importante que as pessoas em contato direto com a mesma devem ter paciência e respeito quanto às curiosidades do pequeno, ajudando-o a esclarecer suas dúvidas.

Essa curiosidade, a busca da compreensão do mundo é que a levará a fazer novas descobertas, aguçando sua percepção para o aprender.

Se a criança é tolhida pelo adulto, no momento em que faz perguntas, poderá perder o interesse, a vontade de descobrir coisas novas, ficando paralisada no seu processo de aprendizagem por medo ou insegurança.
Uma boa forma de amenizar as perguntas é devolvê-las para que a própria criança tente explicar, ou utilizá-las em momentos que esta não queira obedecer. Quando diz que não quer comer a mãe poderá perguntar-lhe o porquê, se não quer tomar banho poderá também utilizar uma pergunta e, assim, mostrar que nem tudo pode acontecer da forma como ela deseja.

E à medida que for compreendendo o mundo que a cerca deixará de questionar sobre as coisas do cotidiano.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola



Vamos brincar de "sete pedras"?

Quem já foi criança com certeza ouviu essa frase uma, duas, três, quatro... milhares de vezes! Uma brincadeira simples que necessita apenas de sete pedras, uma bola de futebol, disposição e, claro, das crianças! Mas se você nunca brincou de sete pedras, não se preocupe! O CATAVENTO COLORIDO ensina:

1º passo: recolha sete pedras, que podem ser pequenas;
2º Arrume de modo que uma fique em cima da outra, como se estivessem empilhadas;
3º Divida  dois grupos com a mesma quantidade de participantes;
4º As pedras empilhadas devem estar no meio da rua, de modo que divida dois campos: um para o time A e o outro para o time B;
5º Um jogador de cada time tira "par ou ímpar" para saber quem vai começar;
6º O time que ganhar no "par ou ímpar" fica com a bola e inicia o jogo;
7º Quando um dos jogadores derrubar as sete pedras com a bola, todos (do time que acertou as pedras) devem sair correndo para não serem "baleados";
8º A intenção é reorganizar as pedras uma em cima da outra;
9º Aqueles que forem baleados não poderão mais reorganizar as pedras;
10º Caso um dos participantes do time de derrubou as pedras consiga montar as sete pedras, esse será o time vencedor;
11º Caso ninguém desse time consiga reorganizar as pedras, o time vencedor é o adversário.

Aprendeu? Agora é só colocar em prática! Vamos lá! Chame seus filhos, sobrinhos e vizinhos!


Ter um patinho é útil


Para quê serve um patinho? Essa pergunta é respondida no livro "Ter um patinho é útil", da escritora e ilustradora Marisol Misenta, que assina como Isol. A obra apresenta inúmeras utilidades de um patinho na vida de uma criança: pode ser um chapéu ou até mesmo ajudar no banho. No fim do livro o leitor se depara com uma surpresa: as inúmeras utilidades de um menino na vida de um patinho.

"Ter um patinho é útil" foi publicado pela Editora Cosac Naify e é aconselhado para crianças a partir de um ano de idade. Vale a pena conferir!


Ajude o seu filho a ajudar em casa!


Engraçado como as crianças começam a crescer e, naturalmente, sentem o desejo de colaborar em pequenas atividades. Isso acontece de modo especial nas casas onde os pequenos podem observar um espírito de cooperação e união entre os membros da família.

Já que puxamos esse assunto, talvez você se recorde de crianças com quem convive (ou com quem tenha convivido), que demonstrem preocupação em fazer algumas coisas, como ajudar a carregar pequenas sacolas ou a arrumar a cama.

Uma dica: ainda que as tarefas sejam as mais simples, ajude o seu filho a ajudá-lo! Isso é saudável e fará com que ele sinta-se ainda mais útil e importante como parte da família. Além disso, orientar os filhos para que colaborem com as tarefas em casa é uma boa maneira para que cresçam em responsabilidade e autonomia.

Mas o que o seu filho pode fazer? Para te ajudar, fizemos uma lista com atividades simples que as crianças podem realizar:

  • arrumar a cama;
  • lavar a louça;
  • colocar e tirar a mesa;
  • tirar o lixo;
  • apagar as luzes;
  • molhar as plantas;
  • recolher a roupa suja;
  • atender ao telefone;
  • ajudar os irmãos menores nas tarefas escolares.





Dica de leitura: A borboleta azul



Olhem que livro legal para a criançada: A borboleta azul.
Esta obra - da professora Lenira Almeida Heck, conhecida como Júlia Vehuiah -  conta a história da lagarta Fifi, que nasceu de um ovo que foi colocado por uma borboleta.

Depois de comer muita folha, Fifi resolveu se retirar para um local mais tranquilo e lá começou uma transformação. Nem ela mesma conseguia entender o que estava acontecendo.

Aprender a voar não foi fácil para Fifi, que era desengonçada. Com o tempo, ela foi aprendendo a voar cada vez mais alto e, certo dia, ela resolveu voar para outro lugar...
Quer saber o que aconteceu? Clique aqui e confira!

Primeiros dentinhos: como cuidar?

Irritabilidade, febre, fezes mais amolecidas e falta de apetite. Esses são sinais clássicos que podem ser notados nos bebês quando os primeiros dentinhos começam a querer aparecer, o que geralmente ocorre por volta dos seis meses de idade. Além desses, é possível notar que os pequenos lutam contra uma coceira na gengiva, o que causa irritação.

Mas, você sabe como cuidar da gengiva do seu bebê? Assista o vídeo abaixo com a odontopediatra Jael Henrique de Melo, produzido pelo Diário de Pernambuco.




Criança e consciência ecológica


A crise hídrica é pauta em todos os meios de comunicação. Muito se fala em preservação ambiental.Pouca é a ênfase, porém, dada a esse tema em muitos dos livros infantis ou em campanhas educativas eficazes direcionadas às crianças. O fato é que, se realmente queremos deixar um mundo melhor para nossos filhos, a melhor coisa a fazermos é formar nas nossas crianças uma consciência ecológica desde cedo.
 
Alguns autores sensíveis a essa causa apontam o caminho para que possamos infundir em nossos pimpolhos uma consciência aguçada para a necessidade de conservação e preservação dos nossos recursos naturais. O consagradíssimo José Saramago é um deles.

No livro  "A maior flor do mundo", o  escritor português encadeia uma narrativa na qual ele se transforma em personagem e conta a história de um menino que mora na cidade e vai até o fim do mundo para salvar uma flor que está para morrer.

A obra é uma crítica ao crescimento desenfreado das cidades e ao devastamento das vidas, não apenas das flores.  "A maior flor do mundo" é uma magnífica história para crianças de todas as idades.O menino inicia uma missão de salvamento, fechando as mãos em concha e indo e vindo entre o rio e a encosta para, pingo a pingo, regar a pequena flor.


De murcha e caída, a flor passa a grande e colorida, servindo até de sombra para o menino, estafado, adormecer. A história do menino que salva a flor tem, na primeira edição da Porto Editora, as suas ilustrações originais criadas por João Caetano. O ilustrador, de origem moçambicana, recebeu em 2001 o Prêmio Nacional de Ilustração pelo seu trabalho.


Ter ou não ter um animal de estimação?


Seus filhos te pediram um animal de estimação e você resolveu atendê-los? Fique calmo! Nós sabemos que cuidar de um bichinho não é tão simples, mas pense na alegria do seu pimpolho e nos benefícios que este bichinho pode trazer para a sua família: essa pode ser uma ótima oportunidade para ajudar a criar um senso de responsabilidade nas crianças.

Estudos da Universidade de Melbourne, na Austrália, mostraram que as crianças que tiveram algum animal até completarem cinco anos de idade, se tornaram mais resistentes a algumas doenças. Ao contrário, aquelas que não tiveram um animal na primeira infância, desenvolviam alergias e infecções respiratórias.

Além de fortalecer o sistema imunológico, ter um animal de estimação estimula a socialização, melhora a autoestima e desperta sentimentos como amor, carinho e ternura, bem como a observação, a compreensão - já que os animais não conseguem fazer muitas coisas sozinhos -, e o respeito. Ensinar o seu filho a cuidar de um animalzinho fará com que ele volte o olhar para a necessidade de ajudar e de cuidar do outro, assim como de si próprio.

Os animais também podem ser grandes aliados no desenvolvimento físico das crianças, já que eles estimulam brincadeiras. Os cachorros, por exemplo, exigem caminhadas e corridas, o que podem estimular os seus filhos a brincarem ao ar livre.

E quem não tem boas lembranças do tempo em que criava um cachorro, ou da época que tinha um gatinho? E quem nunca se divertiu correndo atrás das galinhas? Quem tem um animal de estimação sabe a alegria que a presença dele traz ao ambiente. A casa fica mais alegre, as crianças ficam mais felizes.

Se você ainda não cedeu ao desejo das crianças em ter um animal em casa, comece a pensar com carinho! Deixe claro para os pequenos que os cuidados com o mais novo "membro" da família deverá ser tarefa de todos.


Projeto Museu Escola segue até o mês de dezembro


Até o mês de dezembro, o Museu Eugênio Teixeira Leal (Rua do Açouguinho, nº 1, Pelourinho) realiza o projeto Museu Escola. A programação extracurricular oferece mediação de palestra, mostra de vídeo e visitas, com o objetivo de ampliar conhecimentos de estudantes.

As visitas acontecem em grupos, sempre de terça a sexta-feira, das 9h às 18h, e é necessário agendamento prévio pelo telefone (71) 3321-8013. A entrada é gratuita!

Foto: www.bahia.com.br


Livro Max Stell 3-D o grande confronto


Olá, pessoal! Aqui vai mais uma dica de leitura para quem deseja ler para uma criança e para as crianças que já sabem ler sozinhas: Max Stell 3-D o grande confronto.

Para salvar a terra, Max Stell enfrentou os vilões mais terríveis. O super-heroi precisou usar a capacidade máxima do modo Turbo Força para mandar os elementores terra e fogo para longe!

Além desses elementores, Max Stell lutou, no modo Turbo, contra o Toxzon e o vilão Extratoyer. Contra este, ele utilizou o modo Turbo Velocidade.

Dread também tentou enfrentar Max Stell, que usou a Turbo Espada, a Turbo Explosão e o robô CY.T.R.O para detê-lo.

Quer mergulhar ainda mais nessa aventura? Então não deixe de ler para uma criança o livro da editora Ciranda Cultural. A edição vem com um óculos para que os pequenos possam se divertir ainda mais!


Fazendo arte!

Entreter criança é assunto sério e que requer disposição! Que tal uma tarde do origami? Origami ou papiroflexia é uma arte japonesa que nunca cai de moda. A "técnica" consiste em dobrar o papel para fazer bonitas, curiosas e interessantes figuras.
Através da técnica do Origami é possível estimular a imaginação e a criatividade, desenvolver as habilidades manuais e fomentar a concentração das crianças. Então, assistam juntos o vídeo abaixo, e mãos à obra! 




Adentrar um mundo de aventuras: isto é ler para crianças!

Ler para crianças pede um plus na inventividade! Sim, não pense que é uma atividade fácil. Exige imaginação, criatividade e uma boa dose de paciência! Sim, paciência, você vai ouvir muitas vezes “conta de novo”...

Neste campo também não há limites. Você pode contar histórias que aconteceram com você, com seus parentes e amigos, coisas que você ouviu outras pessoas contarem, “casos” que são contados por seu avô e o avô de seu avô... 

É preciso valorizar o saber. Inventar histórias alegres, tristes e engraçadas, ou você pode fazer “adaptações” exclusivas de famosas histórias infantis como O Chapeuzinho Vermelho e Os Três Porquinhos. Em todas essas variedades de formas de contar histórias, você deve abusar da sua liberdade de expressão vocal, facial e corporal.

Você pode usar músicas, desenhos, roupas, fantoches e qualquer outro acessório que quiser para dar um colorido especial para suas histórias. As variações na sua voz, o ritmo da leitura, com sons e silêncios, vão dar cor e temperatura à leitura, fazendo com que a história, ou estória, fique viva, pulsante.

Uma boa dica para começar a formar seu público leitor infantil é começar pelos clássicos! Sim, aquelas “velhas” e boas histórias que são passadas gerações após gerações e que NUNCA caem de moda. Listamos abaixo alguns dos nossos  preferidos, que, com certeza, agradaram e agradarão crianças em todos os tempos. Se deliciem!

1. Peter Pan e Wendy, de J. M. Barrie (Editora Cia. das Letrinhas)

Escrita no começo do século 20, a história do menino que detestava crescer tornou-se um clássico. Nesta edição, com texto integral, Peter Pan viaja pela Terra do Nunca com Wendy, que adora ser adulta. Peter conta com sua péssima memória para esquecer o que vivencia e conseguir ser sempre criança. A partir de 8 anos.






2. Pinóquio, de Carlo Collodi com tradução de Monteiro Lobato (Companhia Editora Nacional)
A história do simpático boneco de madeira que ganha vida, escrita no final do século 19, é repleta de lições morais e ainda encanta. Pinóquio se mete em enrascadas e sofre as conseqüências. A partir de 7 anos.




3. A Terra dos Meninos Pelados, de Graciliano Ramos (Editora Record)
Raimundo seria um menino comum, não fosse pelo fato de ter a cabeça pelada e um olho de cada cor. Alvo de chacota entre os colegas, ele encontra um refúgio em Tatipirun, o país onde todos são carecas, têm um olho de cada cor e respeitam as eventuais diferenças. A partir de 10 anos. 



4.Memórias da Emília, de Monteiro Lobato (Editora Globo)
Emília decide escrever suas memórias e chama Visconde de Sabugosa para ajudá-la. Usa e abusa da imaginação. Como ela mesmo explica, se contar realmente o que aconteceu, as pessoas vão perceber que a vida dela é igualzinha a de todos. Será? 
A partir de 6 anos.




5. Contos de Perrault, por Fernanda Lopes de Almeida (Editora Ática)

Chapeuzinho Vermelho, O Pequeno Polegar, A Gata Borralheira, O Gato de Botas e outros contos publicados no século 17 pelo francês Perrault. Ilustrado por Elisabeth Teixeira, é uma boa chance para iniciar a leitura de clássicos. A partir de 5 anos.





Procura-se ladrão de ovos



Que tal aproveitar a última segunda-feira do mês de janeiro para mergulhar numa história de aventura e suspense? PROCURA-SE LADRÃO DE OVOS é o livro indicado de hoje. Da autoria de Doris Lecher, a obra traz como personagem principal a galinha Carlota que chocava um ovo quando, de repente, um ladrão consegue carregar a sua cria.

Desesperada, a galinha Carlota - que conta com a ajuda do cachorro Harri - sai em busca do meliante. Mas de quem serão as patas cinzentas e ligeiras que, através de um pequeno buraco, conseguiram carregar o ovinho? Serão da raposa, do porco-do-mato, do texugo, da fuinha...? Quer descobrir? Então não perca tempo!

Nada como ler para uma criança!

Formando leitores



Ler histórias é viajar por um mundo encantado, cheio de mistérios, fantasias e surpresas que, ao mesmo tempo, diverte e ensina. Nesta relação prazerosa da criança com o livro, abrem-se infinitas possibilidades. Mamães e papais, vamos alimentar, instigar mesmo, a criatividade dos nossos pequenos leitores.

Muitos de nós mantém ternas e saudosas lembranças das histórias lidas e ouvidas quando éramos crianças. Aquela historinha contada por nossos pais antes de dormir. Ou aquela contada pela "tia" nos nossos primeiros anos escolares. São doces lembranças que carregamos no baú da nossa memória e que trazemos à tona sempre que observamos nossos filhos. 

Particularmente, os livros físicos, ditos de papel, ainda causam e causarão muito fascínio. Mas não há como fugir dos avanços tecnológicos, e os pequenos dominam bem esse universo (na maioria das vezes, mais que nós!).

Para os pimpolhos que gostam de ler em um e-reader ou em tablets, eis uma dica valiosa: o link abaixo traz 20 opções de livros grátis da boa literatura infantil. Obras como A bruxa e o caldeirão, Dom Quixote e Conto ou não conto, estão entre as disponíveisClique e se delicie com a criançada!




"Mãe, tem um piolho na minha cabeça!"

É natural que as mães se assustem quando percebem que os filhos estão coçando as cabeças, principalmente quando elas resolvem olhar mais de perto e encontram um bichinho preto, mais conhecido como piolho, andando pelo couro cabeludo.


Se isso aconteceu quando você olhou a cabeça do seu filho, tenha calma, pois tem solução! É difícil encontrar crianças que nunca tiveram piolhos. E o fato delas estarem sempre próximas umas das outras facilita o contágio, já que o piolho passa de cabeça para cabeça.

É importante saber que cada piolho pode viver até dois dias fora da cabeça e pode colocar até 300 ovos nesse período. Por isso, é necessário que pais e mães estejam atentos para tratar o couro cabeludo dos filhos e assim aliviar a coceira e exterminar os piolhos. Confira algumas dicas:

- Inicialmente, procure o pediatra que acompanha o seu filho. Ele poderá dar o diagnóstico correto e indicar o tratamento adequado. Geralmente são indicados shampoos e loções que podem ser aplicados diretamente sobre o couro cabeludo;

Tem um monstro embaixo da cama!


Tem um monstro embaixo da cama! Esse foi o susto que o pequeno Bruno levou. Agora ele precisa descobrir o que esse monstro quer. Depois de se esconder no armário com medo do ronco que vinha de baixo da cama, Bruno fica cara a cara com um ser grande e vermelho.

Mas o que o monstrinho quer? Será que ele está com fome? Bruno rapidamente o leva para a cozinha, onde o monstro come os biscoitos e faz uma bagunça tremenda. Ao ouvir o barulho, a mãe de Bruno corre para ver o que está acontecendo, mas o monstro se esconde e a culpa caí toda em cima do menino. A sala também se torna um espaço para a bagunça e brincadeira do novo amiguinho de Bruno, mas o monstrinho logo arruma o local.

A obra é da autoria de Lee Robinson e vale a pena ler junto com as crianças!


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