Purêzinho delicioso!!

Alimentação é sempre uma preocupação constante na vida das mamães e dos papais, principalmente quando as crianças não são "boas de boca" e resolvem comer apenas o que querem, na hora que querem... sem falar que na maioria das vezes elas só comem alimentos que não são saudáveis.

Pensando em alimento saudável e que pode ser inserido no almoço dos pequenos, vai uma dica: purê de batatas. Quer aprender a fazer?

Ingredientes:

4 batatas;
2 colheres de sopa de margarina;
1 xícara de leite.

Modo de preparo:

Lave as batatas e coloque-as com casca em uma panela de pressão. Deixe cozinhar, após pegar a pressão, por cerca de 15 minutos. Coloque-as em um escorredor e retire as cascas com cuidado. Em seguida, amasse as batatas.

Em uma panela, coloque as duas colheres de margarina e acenda o fogo. Jogue as batatas amassadas, misturando-as com a margarina. Aos poucos acrescente o leite. Nesse momento tenha cuidado pra não colocar muito leite e deixar o purê muito mole.

Fica uma delícia!!


Sete cachorros amarelos


Você gostaria que a sua mãe criasse galinhas? Ou, como Teodoro, ia preferir os cachorros da vizinha? Nossa dica de livro de hoje conta a  história de um menino que, ao notar que a garota que morava ao lado da sua casa possuía sete cachorros amarelos iguais, resolveu pegar um deles.
Só que, na verdade, os cães não eram todos iguaizinhos como pareciam. Cada um tinha um dom: Lulu pisca um olho de cada vez e faz massagem na sua dona; Tetê gosta de correr atrás de chinelos; Dedé a ajuda na lição de casa.
Já sobre os outros quatro você mesmo pode descobrir no livro Sete Cachorros Amarelos, que a autora  Silvana Rando escreveu especialmente para quem gosta de cachorros, e para todo mundo perceber como as aparências às vezes enganam, pois cada ser reserva particularidades que o faz diferente, e, por isso mesmo, tão especial, de todos os outros.
O livro é uma publicação da editora Brinque-Book, parceira nossa aqui no blog! Vale muito a pena.





Proteção em dias de chuva

Que crianças em geral gostam de brincar na chuva é fato! Na verdade, criança gosta de brincar com água! Mas, a atenção tem que ser redobrada nesses dias. Com as chuvas fortes, podem vir os raios, e a segurança pode ficar em risco.
Nosso blog foi a cata de algumas medidas simples para ajudar na prevenção de acidentes. E vale orientar as crianças sobre os riscos de raios, sem alarme, para não traumatizá-las. Confira dicas:
Retire as crianças da piscina, mesmo se estiverem em prédios com pára-raios;
Se o seu filho estiver na água do mar, faça o mesmo. Mas não adianta permanecer na areia, é preciso se proteger dentro do carro ou de uma casa;
Não deixe seu filho em áreas isoladas, como campos de futebol, próximo de cercas com arame farpado ou tratores;
Dentro de casa, os cuidados continuam: evite tomar banho em chuveiro elétrico, falar ao telefone com o aparelho ligado na tomada e ficar encostado em geladeiras. O videogame, o computador e a televisão também precisam ser desligados durante as tempestades.
Nos EUA, cientistas do programa de acidentes com raios da Universidade de Illinois perceberam um aumento de vítimas que brincavam com videogames durante as tempestades. Por isso, todo cuidado é pouco. Para evitar surpresas desagradáveis, os especialistas recomendam que aparelhos eletrônicos sejam ligados novamente pelo menos 30 minutos depois do último trovão.
Seguindo essas dicas, é possível se proteger e aproveitar o melhor de um dia de chuva! Para mim, um cobertor aconchegante, uma xícara de chocolate quentinha e um bom filme são a melhor pedida!


Pollyana menina e o seu "Jogo do Contente"


Quando eu tinha 10 anos, ganhei de uma amiga dos meus pais um livro que eu nunca esqueci: Pollyana menina. No mesmo dia, ela deu de presente para a minha irmã, que é dois anos mais velha do que eu, e naquela época já estava mocinha, o livro Pollyana moça. São dois clássicos da literatura infanto-juvenil que, embora sejam densos, vale a pena ler e incentivar a leitura das crianças maiorzinhas.

A obra conta a história de uma menina chamada Pollyana que, após ficar órfã, vai morar na pequena cidade de Beldingsville, na Nova Inglaterra, Estados Unidos. Quem a acolhe é a sua tia, Polly Harrington, uma mulher fechada em si mesma e angustiada.

Com o passar do tempo, a tia Polly vai sendo transformada, tornando-se uma pessoa mais amável e paciente. Mas não é só ela quem muda. Muitas outras pessoas que começam a conviver com Pollyana vão sendo transformadas pelo “Jogo do Contente” empregado pela pequena que se empenha, diariamente, a ensinar o caminho da felicidade para as pessoas que dela se aproximam.

Chame as crianças! Vale a pena ler este livro!

Título: Pollyana menina
Autora: Eleanor H. Porter
Editora: Nacional


Pastinhas coloridas e saudáveis


Querendo ideias para incrementar a refeição do seu filhote? Cansados de manteiga, margarina, patês básicos e etc? Que tal correr para a cozinha e preparar umas pastinhas deliciosas para a criançada? Elas vão bem com torradas, pães, biscoitos ou o que sua imaginação mandar! Vamos lá. Mão a obra que é rapidinho, coloridas e nutritivas!

Ingredientes

  • 1 ricota
  • 1 cebola
  • 1 iogurte desnatado
  • Salsinha
  • Cebolinha
  • Manjericão
  • Cenoura
  • Tomate seco
  • Azeite e sal (a gosto)

Junte a ricota e o iogurte no processador e bata
Acrescente o restante dos ingredientes (cenoura ou tomate seco ou o que preferir), as ervas e cebola
Bata tudo novamente até formar uma pasta uniforme

Dica: você pode usar azeitona, alcaparras, palmito, sardinha ou atum e frutas!! Fica delícia! 




Bom dia, todas as cores!


Vamos começar esta sexta-feira com uma dica bem neste tom de bom diaaaaaaaaaaaaa!!!!
Bom dia, todas as cores! Este é o título do livro da Ruth Rocha, que conta a história de um camaleão. Mas, que bicho é esse?

Para quem não sabe, camaleão é o nome dado aos animais pertencentes à família Chamaeleonidae (difícil, não é?), que é uma das mais conhecidas famílias de lagartos. Eles mudam de cor para se adaptar ao ambiente.

E este nosso amigo do livro não só mudava de cor quando estava no tronco ou na folha de alguma árvore, ou ainda quando estava andando na terra; ele mudava de cor todas as vezes que algum outro animal da floresta falava com ele.

Cada animal achava a própria cor a mais bonita da floresta: o sabiá-laranjeira via a cor laranja como a mais bela. O professor pernilongo jurava que a azul era a cor mais linda... e assim todos os animais iam argumentando com o camaleão. Ele, por sua vez, não possuía uma opinião própria e mudava de cor todas as vezes que alguém fala com ele.

Isso é horrível, não é mesmo? Não ter opinião própria pode ocasionar inúmeros problemas. É tipo um “Maria-vai-com-as-outras”.

A partir da nossa dica, que tal ler este livro com as crianças e descobrir o que acontece ao final da história? Aproveite a oportunidade para reforçar a importância de cada um ser firme nas decisões que toma e não se importar tanto com o que os amiguinhos acham sobre os mais variados assuntos!

Boa leitura!

Título: Bom dia, todas as cores!
Autora: Ruth Rocha

Editora: Saraiva


Até as princesas soltam pum


Será que as princesas bebem água? Será que elas dormem? Será que elas escovam os dentes? E será que elas soltam pum? Quem nunca, quando criança, fez perguntas como essas?

A Laura, personagem do livro “Até as princesas soltam pum”, também quer saber! Esta é uma das perguntas que mais intriga a pequena e os coleguinhas da escola.

Como a dúvida é tão grande, a Laura corre para o papai e pergunta se isso é mesmo verdade. O pai sabiamente recorre a um livro antigo, chamado “livro secreto das princesas” e confiram: todas as princesas soltaram pum!

Este livro é muito divertido e vale a pena ler com os pimpolhos!!

Título: Até as princesas soltam pum
Autores: Ilan Brenman e Ionit Zilberman

Editora: Brinque-Book


A princesa e a ervilha

Conversar (e convencer) as crianças sobre a questão de que somos todos iguais nem sempre é fácil, especialmente quando elas estão em idade escolar e se deparam com diferentes realidades entre os coleguinhas: alguns têm um poder aquisitivo maior, outros menor; alguns têm a pele clara, outros escura; alguns têm família formada por pai e mãe, outros só por pai, outros ainda só por mãe... Todos estes pontos mexem com as ideias de meninos e meninas.

Pensando nisso, escolhemos um livro muito legal: “A princesa e a ervilha”, que conta a história de um príncipe que queria muito se casar, mas que só se fosse com uma princesa, daquelas de “sangue real”. O jovem príncipe viajou pelo mundo inteirinho em busca da sua amada, mas todas as princesas que ele encontrava possuíam algum defeito. Não faltavam princesas, a única coisa que ele não conseguia descobrir era se, de fato, elas eram da família real.

Uma bela noite caiu uma tempestade. A chuva não cessou a noite inteirinha e ainda tiveram relâmpagos, raios e trovoadas. De repente, alguém bateu à porta do castelo e o rei foi atender, pois os criados estavam muito ocupados enxugando as salas.

Ao abrir a porta, o rei se deparou com uma moça que dizia ser princesa. Ela estava tão, mas tão molhada que até os sapatos estavam quase desmanchando. Era difícil acreditar que aquela moça era mesmo uma princesa. Mas, de tanto ela afirmar, a rainha resolveu fazer um teste para ver se ela era mesmo princesa. Chamou uma das criadas e pediu que ela empilhasse 20 colchões no quarto de hóspedes e colocou embaixo dos colchões uma ervilha.

A princesa subiu em uma escada e conseguiu se deitar. Na manhã seguinte, a rainha perguntou como ela havia dormido. “Oh! Não consegui dormir”, respondeu a moça. “Havia algo duro na minha cama, e me deixou até marcas roxas no corpo!”, completou.

Foi aí então que todos comprovaram que ela era mesmo uma rainha. E o príncipe do começo da história? Ah, esse não perdeu tempo e tratou logo de pedir a princesa em casamento.
Mas a história não para por aí. Como falamos no início, esta dica serve como um pontapé para conversar sobre as “diferenças” com as crianças.

Confira!!

Livro: A princesa e a ervilha
Autora: Naomy Kuroda
Editora: FTD

Um varal de criatividade


Olá, amiguinhos e papais! O nosso blog,como vocês já sabem, foi convidado para participar do Varal Cultural, evento que faz parte do calendário do Museu Eugênio Teixeira Leal. O intuito é promover o amor a leitura e estimular a criatividade das crianças que frequentam o espaço. A turma que participou desta edição do Varal foi boa. Tivemos dois momento: a contação da história, com o livro A Vingança do Falcão, do autor Rogério Barbosa, e a oficina de arte relacionada ao tema. 

A estória era sobre um falcão que fazia de tudo para proteger seus filhotes. Um conto tocante e sensível. Na estória, o falcão segue seu instinto. Encontra uma companheira e com ela tem filhotes. 

Com muita dedicação e afinco, reveza-se com a parceira na tarefa de alimentar a prole. Mas, certo dia, um bicho chamado homem destrói tudo o que ele havia construído. 

O falcão, agora, é puro instinto de vingança e não terá descanso enquanto não conseguir atingir seu objetivo: devolver a seus filhotes a liberdade.
As crianças amaram e, atentamente, ouviram a estória que culminou em uma bela produção de porta-retratos para os papais. Papel cartão, cola glitter e muita criatividade tornaram a tarde divertida e lúdica! Confiram as fotos bem legais deste belo momento! E, não deixem de incentivar seus filhos a leitura!! Que venham mais eventos como estes!
Nós e as crianças nos ouvindo atentamente


A estória foi ilustrada com imagens na tela
A criatividade deu o tom da tarde




O Grúfalo

Eu sempre achei fantástico o poder de imaginação das crianças. Elas criam, inventam, se divertem com as suas criações... e por aí vai!

Assim como as crianças, um adorável ratinho resolveu inventar um amigo, desses que nós chamamos de “amigos invisíveis”. Mas ele não queria apenas criar este amigo, a intenção dele era poder ter alguém para protegê-lo.

Como assim? É isso mesmo! Ao passear na floresta o ratinho se torna presa fácil para muitos predadores, principalmente por que ele é pequenininho. Então, nada melhor do que um grúfalo para o proteger. Mas, o que é um grúfalo?

Aí só você lendo o livro com as crianças para descobrirem juntos!! Vale a pena mergulhar nesta aventura!

Título: O Grúfalo
Autora: Júlia Donaldson
Ilustrações: Axel Scheffler

Editora: Brinque-Book


Eca, chulé!

Sabe aquele momento em que a criança chega da escola, depois de um turno inteirinho de aula, correrias e brincadeiras e tira o tênis e, quando você menos espera, sobe aquele cheirinho desagradável de chulé? Conviver com este problema não é nada divertido, principalmente para as crianças que tiram os sapatos a todo o momento e ainda correm o risco de serem apelidadas por causa do chulé.

Mas você sabe como ele é causado? Cientificamente chamado de bromidose, o chulé aparece devido ao suor excessivo na planta dos pés e pode piorar se não houver uma higiene correta, o que pode levar à proliferação de fungos e bactérias.

Embora o problema pareça sem solução quando, ao tirar os sapatinhos dos pimpolhos, o mau cheiro toma conta da casa, alguns cuidados podem melhorar (e muito) a situação. Acompanhe alguns deles:

- Calce as crianças com meias de algodão;
- Não deixe que elas utilizem a mesma meia mais de uma vez;
- Exponha o calçado ao sol antes de utilizá-lo novamente;
- Após o banho seque os pés completamente, passando a toalha entre os dedos;
- Evite sapatos fechados por muito tempo;

- Oriente as crianças a não andarem descalças em pisos úmidos.

Que horas são?

Toda sexta-feira a escola onde o meu sobrinho-afilhado estuda envia para as casas dos estudantes um livro, para que eles possam ler junto com a família. Como no fim de semana passada ele veio ficar na minha casa ♥, eu tive a alegria de poder ler com ele o livro “Que horas são?”.

A obra mostra o dia de uma família. Na casa moram o papai, a mamãe, o irmão, a irmã e a vovó. Como em muitas casas,  as crianças acordam cedinho para irem à escola, os pais para irem trabalhar e a vovó, que prepara o café, fica esperando os netinhos para o almoço.

É muito legal um reloginho que aparece na parte superior do livro. À medida em que a história vai acontecendo, as crianças podem ir atualizando o horário. Isso faz com que elas comecem a aprender a olhar as horas.

Eu e Tiago nos divertimos muitooooo com este livrinho. E no fim da leitura, a pró pediu que ele desenhasse a parte em que ele mais gostou e... adivinhem! Ele gostou mais da parte em que as crianças escovam os dentes e estão se preparando para ouvir a história que será contada pela mamãe!

Confira você também!!

Título: Que horas são?
Editora: Ciranda Cultural


Uma tarde no museu


Hoje o nosso blog traz uma dica imperdível! Nós aqui do Catavento, convidadas pelo Museu Eugênio Teixeira Leal, vamos participar do Varal Cultural, projeto de incentivo a leitura desenvolvido desde 2007. O evento proporcionará uma tarde de contação de estória com o livro A vingança do Falcão e oficina de arte relacionada a mesma obra!
Sim, aqui no blog sempre incentivamos os pais a lerem para seus filhos. Se vocês querem saber um pouco mais sobre como contar estórias de maneira lúdica e interessante, não deixem passar essa oportunidade!
O museu é um espaço educativo, com acervo especializado para o público infanto-juvenil, com o objetivo de exercitar o hábito da leitura, da pesquisa e a participação da comunidade, contribuindo assim no processo de ensino e aprendizagem.
Localizado no bairro do Pelourinho, um dos pontos históricos da nossa cidade, o Museu Eugênio Teixeira Leal conta sempre com uma excelente programação cultural. Vamos lá! Venham nos conhecer e passar uma tarde bem animada! A entrada é franca!

O quê: Varal Cultural – contação de estória e oficina de arte
Onde: Museu Eugênio Teixeira Leal
Rua do Açouguinho, s/n – Pelourinho.
Quando: 10 de agosto às 14 horas



Menina bonita do laço de fita

A dica de leitura de hoje é muito legal para, a partir dela, começar uma conversa com as crianças sobre com quem elas acham que se parecem e também para valorizar as características físicas de cada um. Confira!

Era uma vez uma menina muito, mas muito linda, com olhos enormes que pareciam duas azeitonas pretas, os cabelos eram bem enroladinhos e a pele era escura e lustrosa, como o pelo da pantera negra quando pula na chuva. Para completar, a mãe gostava de fazer trancinhas no cabelo da menina e colocava laços de fita, deixando-a ainda mais linda. Parecia uma verdadeira princesa!!

Na casa ao lado morava um coelho de pelo branco, orelhas e nariz rosado. O coelho não tirava os olhos da menina e a achava a mais linda de todo o mundo. O sonho dele era ter uma filha tão linda como aquela menina.

Certo dia, o coelho resolveu se aproximar e perguntou: “Menina bonita do laço de fita, qual é o teu segredo para ser tão pretinha?”. A menina não sabia, mas resolveu inventar: “deve ser por que eu caí na tinta preta quando era pequenina”.

O coelho saiu correndo e procurou uma lata de tinta preta. Sem perder tempo, mergulhou na tinta e ficou bem negro. Ele nunca tinha ficado tão feliz em toda a sua vida! Mas, de repente, caiu uma forte chuva e toda aquela tinta saiu.

Foi então que o coelho resolveu voltar e perguntar mais uma vez à menina: “Menina bonita do laço de fita, qual é o teu segredo para ser tão pretinha?”. Ainda sem ter a resposta, a menina inventou: “deve ser por que eu tomei muito café quando era pequenina”. E o coelho saiu correndo e bebeu tanto, mas tanto café que perdeu o sono e passou a noite toda fazendo xixi.

Mas ele não desistiu. Voltou e procurou a menina: “Menina bonita do laço de fita, qual é o teu segredo para ser tão pretinha?”. A menina não sabia, mas inventou: “deve ser por que eu comi muita jabuticaba quando era pequenina”. O coelho saiu correndo, procurou um pé de jabuticaba e comeu tanto que ficou tão pesado que nem conseguia sair do lugar. O máximo que conseguiu foi fazer muito cocozinho.

Mas ele não desistiu. Resolveu voltar na casa da menina e perguntou: “Menina bonita do laço de fita, qual é o teu segredo para ser tão pretinha?”. A menina não sabia e já ia inventando. Mas a mãe dela, que estava perto, respondeu: arte de uma avó preta que ela tinha”.

Foi aí que o coelho resolveu olhar as fotografias da família e percebeu que a mãe da menina dizia a verdade, pois nós nos parecemos com os nossos pais, avós, tios e até mesmo com os parentes mais distantes. E começou a pensar que se ele quisesse ter uma filha linda e negra como a menina, ele tinha primeiro que encontrar uma coelha preta.

E não demorou muito. Logo, andando pela rua, ele encontrou! Era a coelha mais linda de todas. E em uma simples troca de olhares, eles se apaixonaram, começaram a namorar, casaram e tiveram muitos coelhinhos (a gente sabe que coelho quando começa a ter filhotes, não para mais). Eram coelhinhos branco, cinza, branco malhado de preto, preto malhado de branco e até mesmo uma coelhinha toda preta, afilhada da menina bonita do laço de fita.

E quando a coelha saía com o laço de fita amarrado ao pescoço, sempre tinha alguém que perguntava: “coelha bonita do laço de fita, qual é o teu segredo para ser tão pretinha?”. E ela sempre respondia: “conselhos da mãe da minha madrinha”.

Título: Menina bonita do laço de fita
Autora: Ana Maria Machado
Editora: Ática



A cantina de dona Calabresa

Hoje recebemos um lindo presente da Cortez Editora: o livro “A cantina de dona Calabresa”, de autoria de Liana Leão.

Com lindas ilustrações de Márcia Széliga, a obra conta a história de uma velhinha muito simpática que possuía uma cantina na escola e adorava alimentar as crianças com as suas gostosuras. Como o prazer estava em ver todos comendo, ela cobrava baratinho pelos lanches e a criançada que não pode ver doces e salgados aproveitava.

Mas todo mundo sabe que alimentos cheios de doces e gorduras faz mal, não é mesmo?! E criança se preocupa com isso? Para elas, muitas vezes, o que importa mesmo é o sabor, e nada mais saboroso do que uma torta recheada com chocolate ou morango, uma pizza de queijo e presunto e uma boa porção de batatas fritas! Hummmm

Ao contrário de dona Calabresa, dona Clara tinha uma cantina pouco movimentada, onde só tinham alimentos saudáveis: folhas verdes, beterrabas, grãos integrais e frutas. Mas quase ninguém parava lá. Parecia mesmo que esses tipos de alimentos não atraíam a atenção da garotada.
Enquanto os negócios iam muito bem para dona Calabresa, que não parava de vender os salgadinhos industrializados, as frituras e os doces, para dona Clara as coisas estavam muito difíceis e ela teve que fechar a cantina.

Sem dona Clara por perto, dona Calabresa passou a caprichar ainda mais nos saborosos quitutes. Desse jeito, pensava dona Calabresa, as crianças vão ficar viciadas em doces e nunca mais vão gostar de frutas!

Até os professores só compravam as merendas na cantina de dona Calabresa. O ano letivo foi passando e, de repente, já dava para notar que alguma coisa estranha estava acontecendo: as crianças estavam cada vez mais gordas. E não apenas as crianças, mas os professores também! O de Educação Física então, coitado! E até as baratinhas que ficavam na cantina não aguentavam mais andar de tanto comer.

As crianças estavam sempre cansadas, reclamavam que não dormiam bem e estavam pálidas. Alguma coisa tinha que mudar!! Onde estava a autoridade da escola?

E, de repente, lá vem ela: a diretora. Ela vê um enorme bolo e se aproxima do lixo. Será que ela vai jogá-lo na lixeira? Que nada! Ela comeu o bolo todinho!!

Mas a diretora começou a passar mal. Dona Calabresa, com medo, pegou os seus porquinhos cheios de moedinhas e fugiu, enquanto os alunos e professores chamavam um médico para socorrer a diretora.

Quando o médico chegou, logo ele verificou que a diretora estava muito, mas muito doente e explicou que: “Comer direito não é comer muito. Nem ser magra é garantia de que a senhora coma direito. Deve estar comendo tudo errado: muito sal, muito açúcar, não come frutas, não come verduras. Olhe essa cantina: que vergonha para a escola! Onde estão as frutas? É assim que a escola está educando essas crianças para um futuro melhor? Vão ficar obesos e fracos. Não vão conseguir aprender nada direito. Onde estão as vitaminas? As proteínas?”, disse o médico.

E foi assim que resolveram chamar dona Clara de volta. Com muito carinho e dedicação, dona Clara ensinou todos da escola, desde os alunos até os funcionários, professores e a direção a comerem alimentos saudáveis. E a cantina de dona Clara passou a ser muito movimentada.

Aproveite esta dica de leitura para conversar com os pimpolhos sobre a importância de comer alimentos saudáveis na escola e em casa!! Ah, e não deixe de selecionar o lanche das crianças!!

Título: A cantina de dona calabresa
Autora: Liana Leão
Editora: Cortez




Intolerância à lactose em crianças muda rotina e hábitos alimentares

Para Cledinalva, todo cuidado é pouco quando o assunto é leite
Foto: arquivo pessoal
Desde que as gêmeas Maria Alice e Maria Adélia nasceram, a vida de Cledinalva Nunes mudou completamente. O sonho de ser mãe veio acompanhado dos desafios que esta missão exige e de muitos sustos. O primeiro deles foi o parto prematuro das meninas, com sete meses de gestação. Já o segundo tinha como sinal choro constante, diarreia e vômito. Ela nem podia imaginar que a causa era apenas uma: intolerância à lactose.

“Relatamos à pediatra o fato e por conta da insistência e constância com que íamos à emergência a mesma pediu que suspendêssemos o leite e fizemos uso do leite de soja. Por serem duas, elas já estavam fazendo ingestão de leite (nan pro) para complementar a mama. Começamos então a usar um leite de soja holandês mais ou menos aos 6 meses de idade, o que mudou totalmente os hábitos fisiológicos delas e melhorou a saúde”, afirma Cledinalva.

Assim como Maria Alice e Maria Adélia, inúmeras crianças sofrem com a incapacidade que o corpo possui em digerir lactose, que é um tipo de açúcar encontrado no leite e em outros produtos lácteos “Muitas pessoas confundem até hoje a Intolerância à Lactose e Alergia à Proteína do Leite de Vaca. São coisas totalmente diferentes. A Intolerância à Lactose ocorre quando o organismo não produz ou produz de forma insuficiente uma enzima chamada Lactase, que quebra e decompõe a lactose. Como consequência, essa substância chega ao intestino inalterada. Ali, ela se acumula e é fermentada por bactérias que fabricam ácido lático e gases, promovem maior retenção de água e o aparecimento de diarreias e cólicas”, explica a nutricionista materno infantil, Micheane Alves.

A deficiência de lactase pode ser classificada de duas maneiras: primária e secundária. Na primária, a criança já nasce com propensão a tê-la, como no caso das gêmeas; já na secundária, a intolerância é adquirida ao longo da vida, em virtude de problemas intestinais. “Os sintomas variam de acordo com a maior ou menor quantidade de leite e derivados ingeridos. Pesquisas mostram que 70% dos brasileiros apresentam algum grau de intolerância à lactose, que pode ser leve, moderado ou grave, segundo o tipo de deficiência apresentada, e melhoram com a interrupção do consumo de produtos lácteos. A intolerância à lactose antes do primeiro ano de vida é rara. É mais comum nessa faixa etária a Alergia à Proteína do Leite de Vaca”, aponta Micheane.

Atenção constante

O cuidado e a atenção de José Carlos e Cledinalva foram
fundamentais para que a intolerância das meninas fosse
identificada. Foto: arquivo pessoal
Os olhares atentos de Cledinalva e do marido José Carlos foram fundamentais para perceberem que havia algo errado com as meninas. Preocupados, correram para a emergência diversas vezes, além de consultas com a pediatra que pediu para que eles suspendessem a ingestão de leite pelas crianças. “Ainda não fizemos o teste de ingestão por o tipo de intolerância delas ser deficiência congênita, ou seja, por um problema genético, a criança nasce sem condições de produzir lactase (forma rara, crônica) e elas perderem muito peso  com facilidade”, conta Cledinalva.

E tudo mudou. Hoje, oito anos após o diagnóstico, a rotina da família é diferente da maioria. Além de ler todos os rótulos de alimentos, bem como manusear com muito cuidado aqueles que contêm lactose, Cledinalva fica atenta aos lanches na escola e até mesmo nas festinhas de aniversário que as meninas participam. “Em festas de aniversário temos o cuidado com a distribuição de guloseimas, de bolos e de salgados, por exemplo. Se vamos almoçar ou jantar fora sempre chamamos o garçom ou cozinheiro para perguntar como foi feito o arroz, o macarrão. Quando vamos viajar sempre levamos o lanche separado. Para a escola temos de enviar o lanche, inclusive em dias festivos. É uma vigilância constante. E, tivemos de aprender a conviver, principalmente, com os que acham que é ‘frescura’ e ‘bobagem' dentro e fora do círculo familiar”, diz.

Mas, o que fazer?

Ao notar que a criança chora constantemente, sente cólicas acompanhadas de diarreia e/ou vômitos, é necessário procurar ajuda médica. O pediatra é fundamental nesse processo, pois pode solicitar os exames específicos para o diagnóstico. É importante ressaltar que os pais devem ficar atentos e não agir sem a orientação de um profissional.

“Se não for bem tratada, a intolerância à lactose pode ir se agravando! É necessário, assim que for confirmado o diagnóstico na criança, procurar logo um profissional nutricionista para começar o tratamento, pois é preciso mudar a alimentação”, salienta Micheane.



Qual é a cor do amor?

Aprender as cores é tão legal, não é mesmo?! Lembro que quando eu era criança, eu costumava dar cor para os números, as palavras e até mesmo para os sentimentos. Ainda me lembro das cores que eu dava para algumas coisas, como, por exemplo, para os números (1 – branco; 2 – laranja; 3 – amarelo; 4 – azul; 5 – vermelho; 6 – rosa; 7 – preto; 8 – verde; 9 – marrom; 0 – branco e assim ia).

Mas, ainda bem que eu não sou a única! Olhem só esse elefante que decidiu descobrir qual a cor do AMOR!

Algumas pessoas dizem que é vermelha, já que o amor está relacionado às coisas do coração. Outras, podem ver o amor de diferentes cores. Ele pode ser colorido, preto e branco, cinza, rosa, azul... e até mesmo verde!

Insatisfeito com as respostas que ouve dos animais da floresta, ele corre para junto da mamãe, que lhe dá a melhor de todas as respostas. Quer saber qual? É só abrir as páginas deste livro encantador que conta com ilustrações e cores vibrantes para descobrir, ao lado dos pimpolhos, a verdadeira cor do amor

Esse livro é indicado para crianças com idades entre 4 e 7 anos.

Título: Qual é a cor do amor?
Autora: Linda Strachan
Editora: Brinque-Book


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