Desenhando com os dedos

 




Desenhar pode ser divertido, e o livro Desenhando com os Dedos, do escritor Ed Emberley, prova isso na prática. A criança descobre que em suas mãos estão formas, cores, diversão, imagens simples e complexas. Seus dedos transformam-se em instrumento de desenho, em brinquedo, em criatividade. 



Do mesmo jeito que duas impressões digitais nunca são iguais, nenhum desenho feito com os dedos será igual a outro. As impressões serão mais claras ou escuras, as linhas serão mais grossas ou finas, as cores serão diferentes. Mas o desenho feito será único!



As lições de Ed Emberley encantam crianças e professores, que aprendem que desenhar pode ser mais fácil do que se imagina. Para o autor, copiar é um jeito de aprender a desenhar, e todo mundo é capaz de aprender. Neste livro a criança vai se divertir desenhando do "jeito do Ed", e depois desenhando do "seu jeito."



LivroDesenhando com os dedos


Autora: Ed Emberley


EditoraPanda Books






Perigoso!

O Bob, uma toupeira macho, sempre gostou de etiquetar tudo o que encontra pelo caminho, afinal ele é muito organizado. Mas, certo dia, ele acabou etiquetando uma coisa grande, verde, escamosa e com dentes bem afiados. Eita, cuidado Bob!

O que será essa coisa? Será um peixe, um saco, um crocodilo ou um dinossauro? Que tal descobrir que bicho é esse que pode ser tão perigoso para o Bob?

Ao ler este livro com as crianças, aproveite a oportunidade para conversar sobre a importância de não sair colocando a mão em todos os lugares, pois pode ser muito perigoso!

Boa leitura!

Livro: Perigoso!

Autor: Tim Warnes

Editora: Ciranda Cultural


Um outro olhar: musicalização infantil amplia a percepção do mundo

Ajudar as crianças a desenvolverem o gosto pela música, mas também estimular a vivência artística, a expressão corporal, a inteligência, além da percepção visual, auditiva e tátil. Estes são alguns dos benefícios da musicalização infantil. Ao aprender a tocar um instrumento, o ritmo ou uma canção, os meninos e as meninas passam a ver o mundo com um olhar mais sensível.

Para falar sobre este assunto, a equipe do Meu Catavento Colorido entrevistou o pedagogo e especialista em Arte-educação, Maxwell Otton, que também cursa Licenciatura em Música. Confira este bate-papo:

Meu Catavento Colorido - O que é a musicalização infantil e qual a importância de se trabalhar a música na infância?

Maxwell Otton - A musicalização infantil é uma poderosa ferramenta para o desenvolvimento psíquico e motor dos educandos. Inserir, de forma lúdica, a criança desde cedo nesse universo sonoro é fomentar a compreensão dos elementos musicais como ritmo, melodia e harmonia.

Meu Catavento Colorido - De que forma a musicalização infantil contribui para o desenvolvimento das crianças, de modo especial no desenvolvimento intelectual? Além disso, como a música pode ser considerada instrumento importante na aprendizagem dos pequenos?

Maxwell Otton - A música proporciona o desenvolvimento cognitivo, desenvolvimento da lectoescrita, desenvolvimento psicomotor, para além de ajudar no processo de socialização dos educandos.

Meu Catavento Colorido - Qual a idade ideal para inserir as crianças no universo musical?

Maxwell Otton - Existem pesquisas que mostram que desde a fase uterina ou pré-natal as crianças respondem aos estímulos musicais. Acredito que, com o intuito de formar músicos ou musicistas, 5 anos é uma boa idade para começar.

Meu Catavento Colorido - Neste tempo de pandemia, é comum escutar pais e mães se queixando do estresse cada vez mais presente na vida das crianças. De que maneira a música pode ser aliada para diminuir o estresse nos meninos e nas meninas?

Maxwell Otton - A depender do grau de estresse, seria interessante experimentar Musicoterapia. A Musicoterapia ativa diversas regiões do cérebro; uma delas, o hipotálamo, que regula a temperatura e a ansiedade.

Meu Catavento Colorido - Que orientação você pode deixar para os adultos que ainda não conseguiram ver a música como meio eficaz no desenvolvimento das crianças?

Maxwell Otton - Buscar se informar sobre o assunto e incorporar uma diversidade musical à rotina das crianças, considerando a sua faixa etária.





Nhac, um porquinho-da-índia que ama comer!

 




O porquinho-da-índia Nhac leva uma vida de regalias na sua confortável gaiola, onde tem tudo de que precisa para ser feliz… especialmente comida à vontade. Porém, ele sente que falta alguma coisa. Um encontro inesperado com o ratinho Coalho o faz rever suas prioridades e explorar novos horizontes.



A partir desse encontro, Nhac não consegue apreciar seu banquete por se preocupar com o rato. Apesar de nunca ter saído de sua gaiola, ele resolve dar uma volta para procurar o ratinho. Será que ele vai encontrá-lo? E o que mais ele vai descobrir?



Descubra o final dessa aventura nessa divertida e despretensiosa história sobre a coragem e a amizade.




Livro: Nhac!



Autora e ilustradora: Carolina Rabei



Editora: Brinque-Book



 


O muro no meio do livro

De um lado, um cavaleiro confiante. Do outro lado, não se sabe ao certo o que tem, mas acredita-se que pode ser um rinoceronte gigante, um tigre muito, muito faminto ou um ogro capaz de comer o pequeno cavaleiro. No meio: um muro enorme que divide um livro inteiro. Essa é a história do livro que indicamos hoje para que você possa ler junto com as crianças.

Como nem tudo é o que parece... pode ser que atrás deste muro os personagens sejam outros completamente diferentes. Além de ajudar os meninos e as meninas a saberem que não é necessário tirar conclusões precipitadas, esta obra pode ser um ponto de partida para papai e mamãe conversarem com os pequenos sobre a importância de construir pontes ao invés de muros.

Aproveite esta dica e mergulhe nesta leitura!

Livro: O muro no meio do livro

Editora: Pequena Zahar; Livro ilustrado edição de 18 de julho de 2019





O mistério do pau oco

 



Uma história sobre as pequenas grandes aventuras da infância e sobre o respeito à natureza. Os primos Mariana, Daniel, Manuela e Isabel estão passando férias na casa da avó e decidem explorar a mata sozinhos, mesmo contrariando os conselhos da nona. As crianças acabam se perdendo e decidem fazer um piquenique embaixo de um pau oco para descansar.



Mas a árvore não está tão morta assim, afinal, ela faz um barulho misterioso, barulho que só criança consegue ouvir... E agora? O que tem dentro do pau oco? E como os primos conseguirão resolver esse mistério?



Em uma aventura repleta de fantasia, a jornalista e escritora Míriam Leitão mostra a importância da valorização do meio ambiente e conta a história de como uma árvore morta pode abrigar a vida, trazendo uma mensagem de esperança e renovação. Um livrinho especial para despertar nos pequenos o valor da vida e da preservação do meio ambiente.



Livro: O mistério do pau oco


Autora: Míriam Leitão


Ilustrações: Carla Pilla


Editora: Rocco





Uma lagarta muito comilona

Era uma vez uma lagarta, dessas que a gente vê em árvores. Essa lagarta bem verdinha e cheia de patinhas andava por todos os cantos... mas, não só andava como comia tudo o que via pela frente. TUDO?! Sim, TUDO, inclusive as páginas de um livro.

A história da lagarta está inserida em um contexto que conta os dias da semana: segunda, terça, quarta, quinta, sexta-feira, sábado e domingo... segunda, terça, quarta, quinta, sexta-feira, sábado e domingo... ops, repeti?! No livro os dias da semana também são repetidos e isso ajuda as crianças pequenas a memorizarem! Ah, elas também aprendem, com este livro, a contar de 1 até 10!

Vamos mergulhar nessa leitura? Anota aí:

Livro: Uma lagarta muito comilona

Autor: Eric Charlie

Editora: Callis (1ª edição - 18 de maio de 2011)





Educação para a preservação

 

Paulo Serra e seu personagem Mero

A chamada crise climática tem lançando questionamentos sobre nosso modo de vida e a forma como consumimos. De acordo com um estudo de 2018 publicado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), as crianças fazem parte de um dos grupos mais vulneráveis diante desse contexto adverso das mudanças climáticas. Doenças respiratórias causadas pelo aumento da poluição, eventos climáticos extremos como inundações, furacões e tsunamis têm afetado cada vez mais a qualidade de vida das crianças e suas famílias.



Mas, como construir uma consciência nas próprias crianças da necessidade vital de preservação do meio ambiente para que elas próprias tenham um futuro mais saudável? Para ativistas das questões de preservação da vida no planeta, é imperativo educar as crianças e jovens para cuidar dos nossos recursos naturais. “O nosso planeta terra é nossa única casa, nossa casa comum. E o homem é o único ser que agride e destrói o meio ambiente. É preciso trabalhar a consciência dos jovens neste sentido. Muitos recursos que a terra nos dá, não são renováveis, como os minérios por exemplo. É preciso fazer um trabalho neste sentido”, argumenta o cartunista e educador ambiental Paulo Serra.

Ilustração Pixabay


Segundo Serra, a educação ambiental deveria ser uma prática comum nas escolas e não apenas se restringir ao professor de ciências ou campanhas pontuais de reciclagem ou comemorações do dia do meio ambiente, por exemplo. “Educação ambiental precisa ser interdisciplinar. É preciso capacitar os professores de todas as áreas para que haja um trabalho consistente com as crianças.”



O educador alerta ainda que esse trabalho não deve ficar exclusivamente no âmbito escolar. A família tem um papel importante em fazer o jovem pensar no futuro e no quanto as ações tomadas hoje, impactam diretamente no amanhã. “O exemplo dos pais pesa muito. A força do exemplo é fundamental. O não jogar lixo no chão, o respeito pelos animais, o gerir recursos naturais de maneira responsável, como economizar água, luz e alimentos. Parecem pequenas ações, mas são nessas ações do dia a dia que a percepção de mundo das crianças vai se formando”, argumenta Serra.



Serra desenvolve um trabalho com crianças nessa perspectiva utilizando desenhos e cartuns em oficinas de conscientização. Ele  usa o Mero, seu personagem mais famoso, para falar sobre temas ecológicos (a exemplo da poluição das águas e da coleta seletiva de lixo) de forma mais atrativa.  “O lúdico sempre prende a atenção e é esse tipo de ferramenta que eu uso para despertar nos pequenos esse olhar carinhoso e cuidadoso para com o nosso planeta.”




Achem meu pai, por favor!

 


O Pequeno Pinguim mora no País das Neves e é filho de um urso. Estranho, não é?  Ele tem o pelo azul, as asas pequenas e o bico pontudo e amarelo. Bem diferente do papai urso! E, por isso mesmo, o Pequeno Pinguim não está feliz porque não se acha parecido com seu pai. Será que ele descobrirá quem é o seu pai?



Um livrinho que estimula a reflexão sobre nossas expectativas e desejos. Bom para raciocinar sobre muitos aspectos da nossa personalidade e identidade! Ótima leitura!



Livro: Achem meu pai, por favor


Autores: Ji Yun Shin e Mi Sook


EditoraCallis





Muito cansado e bem acordado

O seu filho ou a sua filha costuma dormir cedo? Ao deitar, eles dormem logo, ou ficam rolando em cima da cama? Se para algumas crianças dormir é complicado, imagine para alguns bichinhos que não conseguem parar quietos na cama!

Pois é, o porco-espinho, o jacaré, o pelicano, a raposa e o burrico estão muito, muito cansados e dormindo em sono profundo. Por outro lado, a foca está super acordada e o pior: preocupada com o que ela tem para fazer. Mas, será que a falta de sono da foca atrapalha os outros bichinhos que continuam dormindo? Se eles acordarem, qual será a atitude deles?

Para saber as respostas, bata conferir o livro "Muito cansado e bem acordado". Você vai se divertir junto com os pequenos!

Livro: Muito cansado e bem acordado

Autor: Susanne Straber

Tradução: Júlia Bussius

Editora: Companhia das Letrinhas (1ª edição; 1997)


Nosso mundo: o livro dos porquês

 



As crianças são naturalmente curiosas, isso é fato! Este livrinho vai tornar os momentos de curiosidade mais repletos de aprendizado! Com respostas que geram mais e mais curiosidades e motivação para perguntar, este livro é um grande estímulo à autonomia pelo conhecimento do mundo ao seu redor da forma mais natural e prazerosa possível.



A série O livro dos porquês, tem as respostas para as mais curiosas perguntinhas dessa fase tão comum. No volume sobre o mundo, a escritora Katie Daynes “descortina” a geografia e leva os pequenos para descobrir quantos países há na Terra, qual é a montanha mais alta, por que o mar é salgado e muito, muito mais!



Dica lindinha para a leitura com os pequenos!



 

Livro: Nosso mundo: o livro dos porquês



Autora:  Katie Daynes



Editora: Usborne




O monstro que adorava ler

Certo dia, andando pela floresta, um monstro encontrou um objeto muito estranho. Sem saber do que se tratava, ele pegou, cheirou e até mesmo lambeu. Mas, eca! Não tem gosto de nada! Não tem graça nenhuma! O que será essa coisa?

Com raiva por não conseguir de jeito nenhum descobrir o que era, o monstro jogou o objeto no chão. Mal sabia ele que nas mãos estava um tesouro valioso que mudaria a vida dele para sempre!

Quer conferir esta história curiosa, engraçada e muito divertida? Então, anota aí:

Livro: O monstro que adorava ler

Autora: Lili Chartrand

Editora: SM (2ª edição, 1995)

Boa leitura!




Onde eles estão?

Desaparecimento de três meninos no Rio de Janeiro chama atenção para este gravíssimo problema enfrentado por milhares de famílias

O dia 27 de dezembro de 2020 nunca será esquecido pelas famílias de Alexandre da Silva, Lucas Matheus da Silva e Fernando Henrique Soares. As crianças de 10, 8 e 11 anos, respectivamente, saíram para brincar juntas em um campo de futebol que fica ao lado do condomínio onde moram, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, e nunca mais foram vistas.

Desde que o sumiço foi notado, as famílias iniciaram as buscas e um boletim de ocorrência foi registrado na Polícia Civil. Mais de 40 câmeras foram analisadas pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense, mas nenhum registro que mostrasse os meninos foi encontrado. Enquanto isso, nestes 17 dias, Lucas, Alexandre e Fernando integram a lista de crianças e adolescentes desaparecidos no Brasil.


Dados do Conselho Federal de Medicina apontam que, no Brasil, a cada ano são registrados, em média, 50 mil casos de desaparecimentos de crianças e adolescentes. Além disso, embora a maioria dos desaparecimentos tenha solução nas primeiras 48 horas, cerca de 20% dos meninos e das meninas não são localizados por um longo período de tempo. Para se ter uma ideia, no estado do Rio de Janeiro – onde os meninos sumiram -, o SOS Crianças Desaparecidas – iniciativa ligada à Fundação para a Infância e Adolescência – registrou 148 casos em 2019. Desde que foi criado, em 1996, o SOS contribuiu para que 80,41% dos desaparecidos fossem encontrados. No entanto, 577 permanecem apenas na memória das famílias. 

O desaparecimento de Alexandre, Lucas e Fernando chama a atenção para este gravíssimo problema. No ano de 2019 passou a valer a Lei Federal 13.812, que institui a Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas e cria o Cadastro Nacional de Pessoas

Desaparecidas. “A busca e a localização de pessoas desaparecidas são consideradas prioridade com caráter de urgência pelo poder público e devem ser realizadas preferencialmente por órgãos investigativos especializados, sendo obrigatória a cooperação operacional por meio de cadastro nacional, incluídos órgãos de segurança pública e outras entidades que venham a intervir nesses casos” (cf. Art. 3º).


Quem tiver informações sobre os meninos deve entrar em contato com a Fundação para a Infância e Adolescência (FIA), através dos telefones (21) 2286-8337 / 98596-5296; ou ainda pelos telefones que foram disponibilizados pelos familiares: (21) 97675-8424 / 98167-5857 / 97467-3043.


Diante deste gravíssimo problema que é o desaparecimento de crianças e adolescentes, nós destacamos algumas recomendações aos pais e/ou responsáveis:


- Logo que a criança nascer garanta o Registro de Identidade Civil (RG);

- Oriente as crianças a não conversarem com pessoas que elas não conheçam e a não fornecer nenhum tipo de informação, nem a receber doces e brinquedos;

- Fique atento ao seu filho! Seja na rua, no parque ou até mesmo em casa, fique sempre “de olho” para saber onde e com quem ele está;

- Acompanhe sempre os seus filhos no uso da internet;

- Nunca autorize que as crianças brinquem na rua sem a supervisão de uma pessoa adulta conhecida.



As aventuras de Mike: o bebê chegou!

 



Sabe aquele garoto popular da escola? Que é descolado se veste bem e faz sucesso com as garotas? Pois é, esse com certeza não é o Mike. Na verdade, o Mike é exatamente o contrário de tudo isso! Esse menino aventureiro, criação dos autores  Gabriel Dearo e Manu Digilio, vive muitas peripécias e é desastrado!



No livro da nossa dica de hoje, Mike ganha um irmãozinho que vai deixar sua vida de pernas para o ar!



Muita coisa muda com a notícia da chegada de um bebê na casa de Mike. Principalmente a barriga da sua mãe, que pode explodir a qualquer momento. Mas Mike, Nando e a Priminha Irritante estão ansiosos para descobrir o que mais um bebê pode fazer (além de sujar a fralda a cada trinta minutos). Como acabará essa história?

Só lendo para saber!



Livro: As aventuras de Mike: o bebê chegou!


Autores:  Gabriel Dearo e Manu Digilio


Editora: Outro Planeta





Como é bom ser gentil


É comum escutarmos que"gentileza gera gentileza", não é mesmo. Apesar de ser uma frase tão repetida, ela é verdadeira: quando somos gentis percebemos que todas as pessoas ao nosso redor também se tornam gentis. 

Assim como a frase, ser gentil deveria ser corriqueiro entre todos. "Bom dia", "por favor", "obrigado", "me desculpe", "como vai?", "precisa de alguma coisa?" deveriam ser palavras acompanhadas de gestos utilizados diariamente. 



Pensando nisso, a nossa dica de hoje é um livro bem fofinho sobre a gentileza, afinal é ainda pequenina que a criança aprende a respeitar e a ajudar a todos. 



Boa leitura e boa conversa com os pequenos!



Livro: Como é bom ser gentil



Editora: Ciranda Cultural (1a edição, 2017)



Indicação: bebês até crianças de 3 anos





A Cigarra e a Formiga

 



A fábula da Cigarra e a Formiga foi escrita originalmente por Esopo, um escritor da Grécia Antiga que ficou conhecido como o pai das fábulas. Jean de La Fontaine adaptou a fábula, algum tempo depois, para o francês. Além dele, outros escritores também a adaptaram, como Monteiro Lobato para o Sítio do Pica-Pau Amarelo e Maurício de Souza, em formato de quadrinhos.



Fábulas são histórias curtas, às vezes representadas por animais, que terminam em lições para a vida. Os estúdios Maurício de Souza adaptaram 14 fábulas clássicas que abordam temas como amizade, generosidade, honestidade e superação, com um toque mais do que especial: a participação da Mônica, Magali, Cebolinha, Cascão, Chico Bento e companhia.



O texto acessível e as lindas ilustrações vão despertar o interesse das crianças pela leitura. Na nossa dica de hoje, trazemos uma das fábulas adaptadas. Em A Cigarra e a Formiga, Chico Bento e Zé Lelé interpretam a história da Cigarra que só pensava em cantar e da disciplinada, prudente e trabalhadora Formiga. Como acabará essa história?

Só lendo para saber!



Livro: A Cigarra e a Formiga


Autor: Esopo


Adaptação: Maurício de Souza


Editora: Girassol




 


Como ser amigo

 

Ai, como é bom ter amigos! Os amigos são os nossos irmãos que nasceram em famílias diferentes, mas que seguem ao nosso lado em muitos momentos importantes. Ao lado deles nós rimos, choramos, brincamos, vivemos muitas e muitas aventuras que fica até impossível contar todas. Repito: como é bom ter amigos!

A amizade deve ser construída sobre a rocha, com valores como lealdade, sinceridade, verdade e honestidade. São valores como esses que ajudam a firmar as boas amizades.

Pensando nisso, a nossa dica de hoje é o livro "Como ser amigo": uma doce leitura que vai ajudar as crianças a fortalecerem os laços, mas também a teremos novos e bons amigos.

Livro: Como ser amigo
Autora: Molly Wigand
Editora: Paulus Editora (1ª edição, 1º de março de 2014)




Pets e crianças: quais os cuidados na escolha de um animalzinho de estimação?

 

Dra. Jaqueline Jorge


As crianças, em geral, sempre pedem para seus pais um animalzinho de estimação. Papais e mamães que tiveram os chamados pets na infância, relatam memórias inesquecíveis sobre seus bichinhos. Mas, no momento de escolher os melhores pets para as crianças, muitos pais têm dúvidas sobre determinadas raças, também sobre quais os animaizinhos mais dóceis e ideais para cada idade. Para esclarecer essas e outras dúvidas o Meu Catavento Colorido entrevistou Jaqueline Jorge, médica veterinária, Mestre em Defesa agropecuária e proprietária do Pet Elegance.







Meu Catavento Colorido: Quais os benefícios para as crianças vindos do convívio com animais de estimação?



Dra. Jaqueline Jorge: Existem inúmeras razões que revelam que é muito benéfico para as crianças o convívio com animais de estimação, tanto no que diz respeito ao desenvolvimento infantil, quanto na prevenção de alterações do comportamento. A relação com o animal estimula o desenvolvimento emocional, o afeto, o companheirismo, a organização, a paciência e desenvolve melhor as habilidades sociais. Os animais são excelentes companheiros para as atividades físicas, diminuindo o risco de obesidade infantil e ansiedade. Uma das teorias para explicar isto, é a de que, ao acarinhar o animal de estimação, o corpo libera hormônios ligados ao estabelecimento de vínculos e há uma melhor resposta psicológica e fisiológica ao estresse. Este contato durante a infância, diminui o risco de adquirir asma e alergias, tendo em vista de que há o desenvolvimento do sistema imunológico nesta fase da vida. O contato diário com animais ajuda às crianças a controlar seus impulsos, combate a agressividade e eleva o bem estar. É muito marcante uma infância na qual existe a presença de um animal. Estas memórias afetivas perduram por toda vida. Crianças com transtornos físicos e neurológicos se beneficiam muito desse convívio.



Meu Catavento Colorido: Quais os cuidados que os pais devem ter na hora da escolha de um pet?



Dra. Jaqueline Jorge: Antes de levar para casa o novo membro da família, é preciso saber se aquele animal é o mais indicado para faixa etária do seu filho. As condições de saúde da criança, por exemplo, podem desaconselhar algumas espécies. Devem ser evitados pets que trocam pelagem periodicamente em casos de crianças alérgicas. Crianças muito pequenas não convivem bem com filhotes. Até os cinco anos de idade, os pets mais recomendados são aqueles que não permitem um contato físico tão intenso, como peixes, roedores, aves. O porte do animal também conta muito na escolha do novo integrante, tendo em vista de que se for de grande porte, o cão pode derrubar a criança em uma brincadeira, além disso, a criança não será capaz de conduzi-lo em um passeio. Deve-se destacar que, pelo menos até os sete anos, os pais devem supervisionar a interação entre crianças e animais.



Meu Catavento Colorido: Quais os pets mais indicados para crianças pequenas?



Dra. Jaqueline Jorge: Antes de adquirir um pet, pesquise bem sobre as espécies e raças que têm interesse. Converse com sua veterinária, ou veterinário, para esclarecer dúvidas sobre o comportamento e características de cada animal. Procure informações com pessoas que já criam aquela espécie. Não adote ou compre um animal apenas por impulso ou por achar determinada raça bonita sem entender suas especificidades. Para crianças pequenas e tranquilas, os melhores exemplares são os coelhos, gatos, pássaros, jabutis, calopsitas, hamsters. As raças de cães menores, como Poodle, Yorkshire, Maltez, Pinscher são as mais indicadas. Crianças mais agitadas, podem se dar melhor com cães de grande porte como Labrador, Golden Retriever, Border Collie, algumas raças de felinos que tem características mais independentes.




Poemas que escolhi para crianças

 



A autora Ruth Rocha, junto com sua filha Mariana, reuniu um montão de poemas preferidos de ambas. Essa coletânea resultou em um lindo livrinho de poesias para crianças.



Um conjunto de escritos, organizado em blocos temáticos, de poetas brasileiros de várias épocas. Para ilustrar um livro de tantos autores, Ruth Rocha chamou uma turma de nove ilustradores, entre eles Teresa Berlinck e Madalena Elek.



Poesia é um gênero literário que exige leitura crítica, sim, mas é super indicado para crianças. Alguns dos benefícios são o estímulo a reflexão e o aguçamento da criatividade! Coloque poesia na vida dos seus pequenos!



Livro: Poemas que escolhi para crianças


Autora: Ruth Rocha


Organizadora: Mariana Rocha


Ilustradores: Tereza Berlinck, Madalena Elek, entre outros


Editora: Salamandra






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