O diário escondido da Serafina

As meninas, de modo especial, gostam de ter às mãos um diário. Não sei vocês, mas quando eu era pequena costumava escrever tudooooo o que acontecia em um pequeno diário. Quando acabava um, já pedia outro. 

O meu diário tinha um cadeado, para que ninguém tivesse acesso aos meus "segredos". E como era divertido deixar todo mundo curioso sobre as histórias que ali eram escritas. Lógico, que a minha mãe tinha acesso livre e sabia onde ficava a chave do cadeado.

Serafina também tem um diário, e ela gosta de estar sozinha, bem escondida, para poder escrever. Assim, ninguém, absolutamente ninguém poderá ler o que a Serafina escreve, escreve, escreve, escreve... afinal, este é um diário escondido!

Confira essa dica de leitura!

Livro: O diário escondido da Serafina

Autora: Cristina Porto

Ilustração: Michele Laccoca

Editora: Ática


Baleia na banheira

 



A baleia relaxava e se refrescava na banheira, mas rapidamente esse banho tranquilo foi se enchendo de animais. Veio o castor, o flamingo, a tartaruga, todo mundo queria o seu cantinho naquela bagunça. E quem não ama brincar com água nas férias, né? Talvez você não tenha banheira nem piscina, mas garantimos que baldes e bacias cumprem bem o papel de refrescar crianças e outras criaturas fantásticas que possam aparecer. 



Divertido e cheio de ilustrações vibrantes, este livro sobre a hora do banho vai tirar boas risadas dos pequenos leitores. Um conto acumulativo tem ilustrações cheias de graça e é ideal para os leitores bem pequenos – gostem eles de banho ou não.




Livro: Baleia na banheira


Autora: Susanne Straber


Editora: Companhia das Letrinhas





Brincadeiras são fortes aliadas no desenvolvimento infantil


Brincar pode ser uma atividade muito mais importante do que pode parecer. Esconde-esconde, pular corda, amarelinha, pega-pega, jogos e demais brinquedos auxiliam no desenvolvimento físico, cognitivo, intelectual e até mesmo cultural dos meninos e das meninas. Para falar sobre a importância do brincar, a equipe do Meu Catavento Colorido entrevistou a pedagoga Maria Bernardete Cardoso Gomes. Confira este bate-papo:

Meu Catavento Colorido - Na educação infantil, qual a importância do brincar?

Professora Maria Bernardete - Ao brincar, a criança passa a desenvolver capacidades, como atenção, memória, imaginação, negociação, inteligência e criatividade. Elas também passam a conhecer a si próprias, iniciam e fortalecem amizades. A brincadeira proporciona às crianças o estabelecimento de regras e habilidades, principalmente quando a atividade acontece em grupo, proporcionando integração no meio social.

Meu Catavento Colorido - Brincar é coisa séria?

Professora Maria Bernardete - Sem dúvida. Mais do que diversão por pura diversão, a brincadeira estimula a criança, que passa a experimentar o mundo através da própria imaginação. Além disso, as brincadeiras ajudam a descobrir e analisar possibilidades, bem como organizar as emoções. É importante lembrar que algumas brincadeiras não só ajudam no desenvolvimento intelectual dos pequenos, como também no social, cognitivo, emocional, afetivo e físico. Brincar de pega-pega, pular corda ou simplesmente correr, são exemplos de brincadeiras que movimentam todo o corpo.

Meu Catavento Colorido - Podemos dizer que brincar é, também, uma forma de comunicação

Professora Maria Bernardete - Nós nos comunicamos o tempo todo, seja no falar, seja no silêncio. Isso também acontece durante a brincadeira. Através do lúdico, a criança comunica-se consigo mesma e com o mundo ao seu redor, através de trocas recíprocas que iniciam na infância e seguem por toda a vida.

Meu Catavento Colorido - Podemos dizer que há brincadeiras mais importantes do que outras

Professora Maria Bernardete - Todas as brincadeiras são importantes na vida das crianças. Contudo, algumas estimulam mais a aprendizagem e isso deve estar sob o olhar orientador dos pais e dos professores. Jogos, geralmente, são fortes aliados no desenvolvimento cognitivo, já que permitem que os pequenos criem e recriem a realidade utilizando, mesmo sem saber, sistemas simbólicos.

Meu Catavento Colorido - Que orientação sobre a importância do brincar a senhora pode dar aos adultos?

Professora Maria Bernardete - Deixem as crianças brincarem! Mesmo que seja dentro de casa, devido à pandemia, estimulem os meninos e as meninas, ensinem brincadeiras com as quais vocês, adultos, brincavam na infância, utilizem materiais recicláveis para fazer brinquedos, peguem aquele jogo que está no fundo do armário, montem o tabuleiro e chamem a criançada!


Férias com sorvete




As férias de verão finalmente chegaram. E, para Joe, isso significa ter muitos dias livres para brincar, ler e... tomar sorvete! Para que seu avô não perca nenhum detalhe desses dias especiais, o menino escreve uma carta contanto tudo o que aprendeu sobre sua sobremesa favorita para ele.



Mas ele conta também que está ocupado, lendo enciclopédias, escrevendo e até estudando história e matemática! Mas a gente descobre, por meio das ilustrações, que o que ele faz é multiplicar casquinhas, sabores e bolas de sorvete pelas páginas do livro.


 


Dos sabores de que ele mais gosta até a história de como o sorvete chegou nas Américas e se tornou tão popular, Joe conta tudo o que sabe e, desse jeito, faz do sorvete algo ainda mais gostoso. Sabia que o sorvete nasceu na China e chegou à Itália com Marco Polo? E que o sabor de baunilha foi inventado pelo presidente americano Thomas Jefferson? Joe vê sorvete em tudo e vive sonhando com a sobremesa. Mas tem coisa mais gostosa do que um delicioso sorvete em um dia quente de verão?

Não deixe de ler esse lindo livrinho!



Livro: Férias com sorvete


Autor: Peter Sis


Editora: Companhia das Letrinhas




Cocô no trono

Sabe aquele período conhecido como desfralde? Pois é! A nossa dica de hoje é muito divertida e fala justamente sobre essa fase na qual os pequeninos estão saindo das fraldinhas para aprenderem a utilizar o penico ou o vaso sanitário.

Esse período exige planejamento e até mesmo mudanças na rotina, afinal se em casa é necessário trocar de cueca ou de calcinha mais de cinco vezes, imagine ao arrumar a mochila para o colégio: os papais e as mamães precisam colocar muitos shorts e outras coisinhas mais rs.

Cocô no trono é um livro muito divertido que vai mostrar aos adultos e às crianças que essa fase logo passa quando é tratada com carinho, amor e atenção. Ah, este livro é indicado para crianças a partir dos 7 meses.

Boa leitura!

Livro: Cocô no trono

Editora: Companhia das Letrinhas

Autor: Bernoit Charlat


Estrelas e planetas

 


Você quer saber tudo sobre estrelas e planetas? Nesse lindo livrinho seus pequenos terão muitas informações sobre a terra, a lua, o sol, as estrelas e outros planetas.



Por que existe o dia e a noite? Por que o formato da lua muda? o sol é uma estrela? Que planetas existem? Tudo é explicado de forma lúdica e acessível!



Neste livro, há abas com muitas informações sobre o sistema solar, assim, você tornará a leitura dos seus pequenos muito interessante e as crianças se transformarão em verdadeiras conhecedores do universo. Um livrinho lindamente ilustrado e textos simples!



Livro: Estrelas e planetas


Autor: Pierre Winters


Ilustrações: Margot Senden


Editora: Brinque-Book




Como eu me sinto... quando tenho medo

Conversar com as crianças sobre sentimentos e emoções é essencial para ajudá-las a identificar o que sentem. É assim que os papais e as mamães começam, também, a conhecer melhor os filhos, o que os alegra, o que os faz sofrer, o que os preocupa, o que os faz ter medo.

Com uma linguagem simples, a terapeuta Cornelia Maude escreveu uma coleção de livros, intitulada "Como eu me sinto". O objetivo é ajudar os pequenos a compreenderem e também a aprenderem de que forma lidar com os sentimentos, bem como a melhorarem as relações interpessoais.

Um dos livros que compõem esta coleção é "Como eu me sinto... quando tenho medo". Se você ficou curioso e deseja ler esta obra com as crianças, então anota aí:

Livro: Como eu me sinto... quando eu tenho medo

Autora: Cornelia Maude

Editora: Todolivro (1ª edição - 1º de abril de 2019)

Boa leitura!





Na coleção Como Eu Me Sinto, a terapeuta Cornelia Maude Spelman usa uma linguagem simples e tranquila para ajudar crianças a compreender e lidar com seus sentimentos e a relacionar-se bem com os outros.

Aprender um novo idioma: quanto mais cedo, melhor!

 

As professoras Tamara e Gilmara salientam os benefícios
 (Foto:Larissa Rosa)


Os primeiros anos de vida são decisivos no desenvolvimento dos pequenos. É nesse período que a assimilação de diversos conteúdos ocorre de forma intensa, portanto, quanto maior o estímulo recebido por uma criança, maiores serão suas possibilidades de adaptação e aprendizagem por toda a vida. No tocante ao aprendizado de uma nova língua, é um momento bem propício. Para as professoras de inglês Tamara e Gilmara Almeida, sócias em um curso de idiomas, quanto mais cedo a criança é apresentada à nova língua, mais fácil será a aquisição dela. “Quando somos crianças, nossas capacidades cognitivas estão ‘a todo vapor’! A criança tem todas as ‘janelinhas’ do conhecimento abertas e prontas para o aprendizado. É um ótimo momento”, afirma Tamara.




As professoras ministram aulas há seis anos para adultos e crianças e, com base em suas experiências nas aulas, puderam perceber que quanto mais cedo o idioma é introduzido na vida da pessoa, mais fácil e célere se torna o processo. “O contexto a que estamos expostos favorece o aprendizado. Temos aplicativos, sites, materiais lúdicos, uma infinidade de possibilidades para ampliar e solidificar conhecimentos. O importante é que a criança tenha contato constante com o idioma. Ao fazer isso, os pequenos não apenas se acostumarão, mas também os ajudará a não encarar aprender uma nova língua como cansativo ou desinteressante”, opina Gilmara.




As professoras ainda salientam que o aprendizado nesse período da vida, além de ajudar a criança a se comunicar melhor e ter oportunidades futuras, proporciona uma visão do mundo e de outras culturas mais amplas. “Outros benefícios são aumentar sua capacidade de resolução de problemas, concentração e autoestima. Vital para um crescimento emocional e, consequentemente, social mais saudável”, argumenta Tamara.




Os pais podem ser ajudadores nesse caminho. Eles precisam compreender que esse aprendizado ultrapassa os limites de uma escola e deve ser estendido até em casa. “Por mostrar interesse e estabelecer metas, criar rotinas de estudo, os pais ajudam muito a criança a se manter interessada. E, se a criança está em uma escola bilíngue ou em um curso, acompanhar de perto o progresso dela vai servir de estímulo”, afirma.




Para as docentes, as crianças, em geral, tendem a criar resistência se as novas informações forem apresentadas de maneira muito rígida ou engessada. “Na nossa experiência com crianças bem novinhas, costumamos criar um ambiente descontraído, para que associem aprender com diversão. E, ao fazerem o mesmo, os pais terão bons resultados” conclui Gilmara.



*As professoras são certificadas para o ensino de idiomas pelo Teaching English to Speakers of Other Languages (TESOL).





Quando você estava na minha barriga

 



Uma jovem mãe conta a sua filha como ela já era cercada de amor, gentileza e divertimento mesmo antes de nascer. A risada da menina, seu amor por música, sua doçura e seu espírito protetor vêm do período em que estava em sua barriga, tempo em que sua mãe cantava e dançava com ela, comia bolo de chocolate e alimentava passarinhos e gatinhos de rua.

Imagem:Editora Globo


Quando você estava na minha barriga é a canção da mãe para sua filha em formação, retratando o aconchego e a magia de uma época em que ela estava grávida. A história lírica da autora best-seller Thrity Umrigar e as encantadoras ilustrações de Ziyue Chen resultaram em um livrinho cheio de sentimento e sabedoria sobre a conexão especial entre pais e filhos! Imperdível!




Livro: Quando você estava na minha barriga



Autora: Thrity Umrigar



Ilustrações: Ziyue Chen



Editora: Globinho




O piquenique da Monique

Maçã, banana, biscoito, suco de frutas, uma cesta e uma toalha de mesa quadriculada nas cores vermelho e branco. Geralmente quando pensamos em um piquenique, estas são as imagens que vêm à nossa mente, não é mesmo?

Mas, nós queremos saber: você já fez um piquenique? Já aproveitou um momento como esse para sentar em um local com a natureza e deixar as crianças brincarem até se cansarem? O livro que nós indicamos hoje fala justamente sobre isso: piquenique. E tem uma turminha que está super animada para esse encontro, além da Monique, é claro.

Super animada, essa menininha quer mais é sair e comer muitas guloseimas nesse divertido piquenique. Vamos fazer como a Monique?

Boa leitura!

Livro: O piquenique da Monique

Editora: Memória Visual (1ª edição - 1º de janeiro de 2013)

Autora: Sonia Rosa

Ilustrações: Bruna Assis Brasil





Amiga Ursa – Uma história triste, mas com final feliz

 



Em seu livro Amiga Ursa – Uma história triste, mas com final feliz, a cantora e escritora Rita Lee conta a história da ursa Rowena, que se chamava Marsha e veio parar no Brasil vítima de tráfico de animais. Durante anos, ela foi maltratada em circos e zoológicos até ser resgatada e ir para o Rancho dos Gnomos, onde vive seu tão aguardado final feliz.



Pensando que as crianças podem mudar o planeta, Rita é a vovó Ritinha, umas das personagens da obra e grande protetora dos animais. De maneira leve e divertida, ela aborda temas como geografia, biologia, a importância da preservação do meio ambiente – e, é claro, o respeito aos animais! Além disso, o livro tem espaços para as crianças escreverem e desenharem, interagindo com a história.

Um amor de livrinho!



Livro: Amiga Ursa – Uma história triste, mas com final feliz


Autora: Rita Lee


Ilustração: Guilherme Francini


Editora: Globinho




 


Pedrinho Pintor

Quem disse que o valor de uma pessoa se mede pela roupa que ela veste ou pelos bens que ela possui? Infelizmente é assim que muitos adultos pensam e acabam ensinando para as crianças. Na nossa dica de leitura de hoje, o coelhinho Pedrinho tinha essa dúvida.

Pedrinho era um pintor que pitava tudo: paredes, portas e até mesmo portões. Muito simples, Pedrinho não ligava para a combinação das roupas e sempre gostou de tudo muito colorido. Isso fazia com que ele fosse visto, aos olhos dos outros animais, com "estranhamento". Mas ele continuava sendo quem ele sempre foi!

De autoria da Ruth Rocha, este livro faz parte de uma coleção chamada "Vou te contar!", e é uma excelente oportunidade de conversar com as crianças sobre a grande verdade: roupas e coisas não definem caráter, não definem quem somos.


Aproveite esta dica de leitura não só para conversar com as crianças, mas também para provocar em si próprio uma reflexão sobre este assunto.


Boa leitura!


Livro: Pedrinho Pintor


Autora: Ruth Rocha


Editora: Salamandra (1ª edição - 1º de janeiro de 2019)



Vacinação infantil: garantia de proteção, cuidado e amor

Maria Júlia e João Miguel - Foto: Arquivo da família
Maria Júlia e João Miguel - Foto: Arquivo da família

A pequena Maria Júlia, de 1 ano, nem sabe, mas ela já está imune a diversas doenças. Desde que nasceu, a mamãe da Maju - como a pequena é chamada pela família - não deixa passar uma data importante e cuida para que o cartão de vacinação da filha esteja devidamente preenchido, faça chuva ou faça sol. “Para mim, a vacinação infantil é de extrema importância, porque ela previne contra vários problemas de saúde”, afirma Juliana Passos. Maju não está sozinha. Ao lado dela está João Miguel, o irmão mais velho, de apenas 7 anos.

Mas, você pode estar se perguntando qual é mesmo a importância da vacinação nos primeiros anos de vida. Independente do período, as vacinas ajudam a prevenir doenças e a estimular o sistema imunológico a se defender de vírus e bactérias. Porém, quanto mais cedo a vacinação acontecer, melhor será a resposta do organismo, que ficará protegido contra os agentes infecciosos.

Para quem não sabe, a vacinação no Brasil foi instituída em 1804, quando a varíola assolava o país. Com as ações de vacinação, os últimos casos desta doença foram registrados em terras brasileiras em 1971, e em 1980 foi declarada a erradicação da doença. Porém, até isto acontecer, cerca de 300 milhões de pessoas morreram no mundo, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Embora a vacinação de adultos e idosos seja eficiente, é importante destacar que as crianças, por estarem com as defesas imunológicas em processo de formação, são as mais suscetíveis às doenças. “Quando João Miguel começou a tomar as vacinas, eu ficava com pena de ver ele ‘sofrendo’ e chorava junto com ele. Com o decorrer do tempo, eu fui vendo que ali não era sofrimento, mas sim algo necessário para que ele estivesse prevenido de problemas maiores. Agora nós estamos na esperança de que as crianças pequenas também possam ser vacinadas contra o novo coronavírus”, diz Juliana.

Conforme o site oficial do Ministério da Saúde, são oferecidas 18 vacinas às crianças e aos adolescentes. Para que você possa conhecer e checar se os seus filhos estão com o cartão de vacinação atualizado, nós reproduzimos a lista. Confira:

BCG: Protege contra formas graves de tuberculose, meníngea e miliar. A vacina é composta por uma bactéria viva atenuada e deve ser administrada uma dose única ao nascer.

Hepatite B - Imuniza contra a hepatite B. É composta por antígeno recombinante de superfície do vírus purificado. Deve ser administrada, por via intramuscular, uma dose ao nascer, o mais precocemente possível, nas primeiras 24 horas, preferencialmente nas primeiras 12 horas após o nascimento, ainda na maternidade.

DTP+Hib+HB (Penta) - Vacina utilizada no combate à difteria, tétano, coqueluche, Haemophilus influenzae B e hepatite B. Devem ser administradas, por via intramuscular, três doses, aos dois, quatro e seis meses de idade, com intervalo de 60 dias entre as doses, mínimo de 30 dias.

Poliomielite 1,2,3 (VIP - inativada) - A vacina é administrada em três doses e é composta pelo vírus inativado tipos 1, 2, e 3 no combate à poliomielite. A primeira dose dever ser administrada aos dois meses, a segunda aos quatro meses e a terceira dose aos seis meses de vida da criança. A orientação é aplicar injeção em intervalo máximo de 60 dias e o mínimo de 30 entre uma e outra por via intramuscular.

Pneumocócica 10 valente (Pncc 10) - Vacina administrada no combate à Pneumonias, Meningites, Otites e Sinusites pelos sorotipos que compõem a vacina. O esquema vacinal consiste na administração de duas doses e um reforço. A primeira deve ser administrada aos dois meses de idade, a segunda aos quatro e o reforço aos 12 meses. A administração é realizada por via intramuscular.

Rotavírus humano G1P1 (VRH) - Protege contra a diarreia causada pelo rotavírus. Devem ser administradas duas doses, aos dois e quatro meses de idade, por via oral.

Meningocócica C (conjugada) - Protege contra a meningite meningocócica tipo C. Devem ser administradas, por via intramuscular, duas doses, aos três e cinco meses de idade e um reforço aos 12 meses.

Febre Amarela (Atenuada) – Protege contra a febre amarela. Deve ser administrada, por via subcutânea, uma dose aos nove meses de vida e uma dose de reforço aos quatro anos de idade.

Poliomielite 1 e 3 (VOP - atenuada) - A vacina protege contra o poliovírus tipo 1 e 3 e, é administrada como reforço, por via oral, sendo o primeiro realizado aos 15 meses e o segundo aos quatro anos de idade.

Difteria, Tétano, Pertussis (DTP) - Esta vacina protege contra a difteria, tétano e a coqueluche e é administrada como reforço, por via intramuscular, sendo o primeiro realizado aos 15 meses e o segundo aos quatro anos de idade.

Sarampo, Caxumba, Rubéola (SCR) - Composta pelo vírus vivo atenuado do sarampo, caxumba e rubéola. A primeira dose deve ser administrada, por via subcutânea, aos 12 meses de idade e o esquema de vacinação deve ser completado com a administração da vacina tetra viral aos 15 meses de idade (corresponde à segunda dose da vacina tríplice viral e à primeira dose da vacina varicela).

Sarampo, Caxumba, Rubéola, Varicela (SCRV) - Vacina composta pelo vírus vivo atenuado do sarampo, caxumba, rubéola e varicela. Corresponde a segunda dose da vacina tríplice viral e deve ser administrada aos 15 meses de idade por via subcutânea.

Hepatite A (HA) - A vacina que combate a doença de mesmo nome é um antígeno do vírus da hepatite A, inativada. Deve ser administrada uma dose aos 15 meses de idade por via intramuscular.

Varicela - A varicela é composta do vírus vivo atenuado da varicela. Deve ser administrada, por via subcutânea, uma dose aos quatro anos de idade. Corresponde à segunda dose da vacina varicela, considerando a dose de tetra viral aos 15 meses de idade.

Diftéria, Tétano (dT) - Vacina que protege contra a diftéria e tétano. Deve ser administrada, por via intramuscular, a partir de sete anos de idade. Se a pessoa estiver com esquema vacinal completo (três doses) para difteria e tétano, administrar uma dose a cada 10 anos após a última dose.

Papilomavírus humano (HPV) - Vacina responsável por combater o Papilomavírus Humano 6, 11, 16 e 18 (recombinante). Devem ser administradas, por via intramuscular, duas doses, com intervalo de seis meses entre as doses, nas meninas de 9 a 14 anos de idade (14 anos, 11 meses e 29 dias) e nos meninos de 11 a 14 anos de idade (14 anos, 11 meses e 29 dias).

Pneumocócica 23-valente (Pncc 23) - Esta vacina é indicada no combate à Meningites bacterianas, Pneumonias, Sinusite etc. Deve ser administrada, por via intramuscular, uma dose em todos os indígenas a partir de cinco anos de idade sem comprovação vacinal com as vacinas pneumocócicas conjugadas.

Influenza - Vacina que protege contra a influenza. Deve ser administrada, por via intramuscular, uma ou duas doses durante a Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza, conforme os grupos prioritários definidos no Informe da Campanha.

E, então, como está o cartão de vacinação dos seus filhos?



Fofilofa

 


Fofilofa vive em Porcal, a Terra da Igualdade, onde todas as porquinhas se vestem com as mesmas roupas e adoram parecer iguais. Até que a esperta porquinha bola um plano genial para mostrar a todo mundo que, apesar de se parecer com suas amigas, ela, no fundo, é muito diferente!



A gente pode ser igual por fora, mas por dentro ninguém é. É essa mensagem que a autora Regina Soler pretende passar a seus pequenos leitores em Fofilofa, sua estreia no universo dos livros infantis.



Ela apresenta ao público mirim essa porquinha, que, apesar de se parecer com todas as outras, por dentro se sente diferente. A obra fica ainda mais atraente ao público infantil por conta das lúdicas ilustrações de Leninha Lacerda.



Livro: Fofilofa


Autora: Regina Soler


Ilustradora: Leninha Lacerda


Editora: Panda Books 





Eu sou assim e vou te mostrar

Desde bem pequenas, as crianças começam a conhecer as partes do corpo humano. Geralmente, ainda bebês, elas sabem o que é o pé, onde está a mão, o narizinho e a boquinha. Pensando em ensinar as crianças de maneira lúdica, a nossa dica de hoje é o livro "Eu sou assim e vou te mostrar".

Esta obra mostra não só o corpo humano, mas também faz uma relação com o corpo dos animais, como a girafa, por exemplo. Tudo isso com rima!

Ah, ao final as crianças irão se deparar com um espelho surpresa!

Boa leitura!

Livro: Eu sou assim e vou te mostrar

Autor: Heinz Janisch

Editora: Brinque Book (1a edição - 11 de agosto de 2017)

Faixa etária: de 3 a 5 anos


Dom, talento e vocação. Quem não tem?

 


No livro Dom, talento e vocação. Quem não tem?, o autor Fernando Carraro apresenta a envolvente história de uma professora que um dia percebe a necessidade de promover entre seus alunos a oportunidade de eles descobrirem e desenvolverem suas qualidades. Com um projeto repleto de estratégias criativas, intitulado Caça-talentos, que inclui até mesmo a criação da ONG Caça-talentos, os alunos percebem que descobrir sua vocação e desenvolvê-la deve ser um de seus principais objetivos de vida.



Os resultados obtidos com o desenvolvimento do projeto são promissores e os alunos seguem suas vidas sentindo-se plenamente realizados nas profissões que escolheram. Descubra com esta professora tão especial como despertar seus dons, talentos e vocações. Afinal, quem não os tem? 



Livro: Dom, talento e vocação. Quem não tem?


Autora: Fernando Carraro


Ilustrador: Cecília Esteves


Editora: FTD




Molhada da chuva

Quem de nós, adultos, nunca se divertiu tomando banho de chuva? Na época em que eu era criança, bastava cair uma chuvinha que eu saía correndo com a minha irmã e era uma diversão só! As duas molhadas, sem se preocupar com nada, deitando e rolando debaixo d'água (nossos pais ficavam loucos!). Ô tempo bom!

Pensando nesta época tão maravilhosa, que é a infância, descobrimos um livro que fala justamente sobre banho de chuva! Chame as crianças e confira essa dica de leitura!

Livro: Molhada a Chuva

Editora: Todo Livro (1a edição - 18 de fevereiro de 2018)

Indicação: de 3 a 5 anos





Olhos infantis: que cuidados precisamos ter?

 

A optometrista Isla Lima alerta sobre os cuidados

Nesse período de pandemia, tem sido bastante comum o adiamento de consultas por conta do medo da contaminação. E pode ser que papais e mamães adiem uma ida ao especialista, ou se desapercebam dos cuidados com os olhinhos das crianças. Somamos a isso, o intenso uso de telas por causa do isolamento, com aulas online, jogos e televisão. Mas será que essa nova rotina prejudica a visão dos pequenos? Quais os sinais que indicam que uma visita ao especialista não pode esperar? Para esclarecer essas e outras dúvidas o Meu Catavento Colorido entrevistou a optometrista Isla Lima, especializada na área de Ortóptica.



Meu Catavento Colorido: Que sinais indicam problemas oculares e visuais na infância?



Isla Lima: Os papais e mamães devem estar alertas a sinais como: dificuldade para enxergar de longe, a qual faz a criança se aproximar para ver melhor, apertar os olhos, dores de cabeça na região da testa e têmporas, saltar ou repetir uma linha na leitura, entre outros, podem indicar a necessidade de uma avaliação visual. Porém, as crianças também podem ter problemas oculares. Nesse caso, vermelhidão, inchaço, ardência, sensibilidade extrema entre outros sintomas, indicam que elas precisam de avaliação ocular.



Meu Catavento Colorido: Quais os problemas mais comuns nos olhos das crianças?



Isla Lima: Os problemas visuais mais comuns são as ametropias (miopia, hipermetropia, astigmatismo), o estrabismo, que é o desalinhamento dos olhos e a ambliopia, o chamado olho preguiçoso. Por outro lado, os problemas oculares mais comuns são as conjuntivites, blefarite, terçol, entre outros.



Meu Catavento Colorido: Quais os sinais de alerta que mostram que a criança não está enxergando bem?



Isla Lima: Se a criança não gosta de ler, se ela confunde as letras e precisa aproximar para enxergar ou se debruça sobre o caderno para escrever, se ela pula ou repete linhas de leitura, se acompanha leitura extensa com o dedo ou lápis, cansa da leitura rapidamente ou pisca muito, é necessário levá-la para uma avaliação visual.

O correto é levar o filho desde o primeiro ano de vida ao especialista para avaliar as estruturas oculares, o desenvolvimento visual e o movimento dos olhos. Um acompanhamento desde cedo do desenvolvimento e maturação do sistema visual é muito importante.



Meu Catavento Colorido: Telas de computadores, celulares ou televisão fazem mal para a visão?



Isla Lima: Sim. Até os dois anos de idade, o uso de smartphones, tablets e computadores, são desincentivados, pois o sistema visual está amadurecendo e desenvolvendo habilidades. Nesse período, a criança está se ajustando ao mundo exterior, então, o ideal é ter brinquedinhos de encaixe que permitam sentir texturas, diferenciar cores e movimento. A partira daí, cada idade tem um tempo no qual o uso é permitido, porém, sempre com moderação até mesmo para os adultos.

Imagem Patricia Prudente/Unsplash
Meu Catavento Colorido: Dê algumas dicas de como cuidar dos olhos das crianças e prevenir doenças e acidentes.



Isla Lima: Fazer sempre uma avaliação anual, ter uma alimentação saudável, dormir o suficiente, não abusar das telas, evitar coçar ou colocar as mãos sujas nos olhos, brincar com brinquedos adequados para a idade e não usar medicamentos sem prescrição médica!







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