Aprender um novo idioma: quanto mais cedo, melhor!

 

As professoras Tamara e Gilmara salientam os benefícios
 (Foto:Larissa Rosa)


Os primeiros anos de vida são decisivos no desenvolvimento dos pequenos. É nesse período que a assimilação de diversos conteúdos ocorre de forma intensa, portanto, quanto maior o estímulo recebido por uma criança, maiores serão suas possibilidades de adaptação e aprendizagem por toda a vida. No tocante ao aprendizado de uma nova língua, é um momento bem propício. Para as professoras de inglês Tamara e Gilmara Almeida, sócias em um curso de idiomas, quanto mais cedo a criança é apresentada à nova língua, mais fácil será a aquisição dela. “Quando somos crianças, nossas capacidades cognitivas estão ‘a todo vapor’! A criança tem todas as ‘janelinhas’ do conhecimento abertas e prontas para o aprendizado. É um ótimo momento”, afirma Tamara.




As professoras ministram aulas há seis anos para adultos e crianças e, com base em suas experiências nas aulas, puderam perceber que quanto mais cedo o idioma é introduzido na vida da pessoa, mais fácil e célere se torna o processo. “O contexto a que estamos expostos favorece o aprendizado. Temos aplicativos, sites, materiais lúdicos, uma infinidade de possibilidades para ampliar e solidificar conhecimentos. O importante é que a criança tenha contato constante com o idioma. Ao fazer isso, os pequenos não apenas se acostumarão, mas também os ajudará a não encarar aprender uma nova língua como cansativo ou desinteressante”, opina Gilmara.




As professoras ainda salientam que o aprendizado nesse período da vida, além de ajudar a criança a se comunicar melhor e ter oportunidades futuras, proporciona uma visão do mundo e de outras culturas mais amplas. “Outros benefícios são aumentar sua capacidade de resolução de problemas, concentração e autoestima. Vital para um crescimento emocional e, consequentemente, social mais saudável”, argumenta Tamara.




Os pais podem ser ajudadores nesse caminho. Eles precisam compreender que esse aprendizado ultrapassa os limites de uma escola e deve ser estendido até em casa. “Por mostrar interesse e estabelecer metas, criar rotinas de estudo, os pais ajudam muito a criança a se manter interessada. E, se a criança está em uma escola bilíngue ou em um curso, acompanhar de perto o progresso dela vai servir de estímulo”, afirma.




Para as docentes, as crianças, em geral, tendem a criar resistência se as novas informações forem apresentadas de maneira muito rígida ou engessada. “Na nossa experiência com crianças bem novinhas, costumamos criar um ambiente descontraído, para que associem aprender com diversão. E, ao fazerem o mesmo, os pais terão bons resultados” conclui Gilmara.



*As professoras são certificadas para o ensino de idiomas pelo Teaching English to Speakers of Other Languages (TESOL).





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