“A música tem um poder lúdico”

 

Foto Acervo Be Happy Music Club
Um mundo onde todas as crianças com deficiência podem acessar o poder positivo da música! Essa é a proposta da ONG Be Happy Music Club, pioneira no uso da música para melhorar o bem-estar de crianças com deficiência ajudando-as a se reconectarem com suas famílias e comunidades. A organização surgiu em 2016 por ideia do publicitário cearense André Comaru durante uma viagem às ilhas Fiji.



André reside na Austrália desde 2009. Morou em Fiji como voluntário por um ano em 2016, e foi nessa época que recebeu um convite para tocar música para 25 crianças na Fiji School for the Blind (Escola para Cegos de Fiji), em Suva, capital do país. Depois dessa bela experiência, André se inspirou para fundar a Be Happy Music Club. “Toquei para as crianças e nos primeiros minutos percebi que a música trouxe um benefício físico e mental muito claro. Daí em diante, comecei a pensar na metodologia de um projeto musical para ajudar aquelas crianças e em como tornar o projeto sustentável, que não dependesse de mim, já que eu precisaria voltar para a Austrália.”



O projeto se tornou uma ONG, conseguiu apoio da Embaixada Australiana, do Ministério de Educação e Arte de Fiji, entre outros apoiadores. “Nós oferecemos a musicoterapia, como forma de tratamento, e a musicalização como forma de inclusão social para crianças com deficiência física, visual, surdez e perda auditiva, distúrbios de fala e linguagem, Síndrome de Down, Autismo e Paralisia Cerebral. E nesses anos percebemos a evolução delas em diversos níveis.

Foto Acervo Be Happy Music Club
Hoje, depois de quatro anos e meio, cinco escolas atendendo mais de duzentas crianças nas ilhas Fiji, a Be Happy Music Club iniciará suas atividades no Brasil. Em Fortaleza, capital do Ceará, a organização conta com a parceria do Instituto Povo do Mar (IPOM), que atende 500 crianças em situação de vulnerabilidade social, e iniciou o processo de diagnóstico daquelas com algum tipo de deficiência. Após isso, elas receberão tratamento de musicoterapia e musicalização a fim de desenvolver o bem-estar físico e mental, além de promover a inclusão social nas comunidades.



“A música tem um poder lúdico que vem de dentro para fora e nos conecta conosco e com as pessoas ao nosso redor. Ela é essencial para estabelecer conexões interpessoais entre a comunidade, a família e, acima de tudo, com o amor”, afirma André.



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