Quer ler um livro comigo?

 




Antônio com certeza é como você e todos os jovens leitores por aí! Ele já lê sozinho, mas busca alguém para compartilhar a leitura de seu livro favorito. Ele tira seu livro da gaveta e vai em busca de uma companhia ou de alguém que leia para ele. Sua mãe parece estar muito ocupada, os amigos estão trabalhando e não têm o tempo disponível que Antônio precisa. Mas alguém o observa e tem tempo suficiente para muitas histórias.




Repletas de detalhes e valorizando a diversidade, as ilustrações são uma diversão à parte, aproximando-nos ainda mais de Antônio e do bairro onde vive. Com narrativa envolvente, Quer ler um livro comigo? mostra que compartilhar alguma coisa é gostoso e todo mundo sai ganhando! Como sempre acontece com nossas dicas literárias, um livrinho imperdível!



 

LivroQuer ler um livro comigo?


 

Autor: Lawrence Schimel


 

Ilustrações: Thiago Lopes


 

Editora: Callis





Dinheiro compra tudo?

"Dinheiro é importante? Sim, é! Mas dinheiro não é tudo!". Essa é uma frase comum entre as pessoas que sabem o valor do dinheiro, mas, sobretudo, sabem o valor de todas as coisas que o dinheiro jamais será capaz de comprar. E é justamente isso que as crianças precisam compreender: dinheiro não é tudo, dinheiro não compra tudo! Dinheiro não compra saúde, não compra amor, não compra alegria, não compra família, não compra amizade!

Atentos à necessidade de falar sobre este assunto, nós escolhemos como dica este livro que vai ajudar na educação financeira dos pequenos. 

Livro: Dinheiro compra tudo? 

Autora: Cássia D'Aquino 

Editora: Moderna



Música e autoestima

 

Foto: Acervo Escola Irmãos Macêdo

Com o foco em fortalecer a autoestima dos jovens, a Escola Musical Instrumental Irmãos Macêdo, no bairro do Canela, em Salvador, há treze anos difunde o estudo da guitarra baiana, instrumento criado por Armandinho Macêdo, filho de Osmar Macêdo, um dos ícones do carnaval da Bahia. Dedicada à crianças e adolescentes da rede pública, a instituição, além da guitarra baiana, ensina outros instrumentos como bandolim, bateria e teclado, que ficam sob responsabilidade dos alunos.



“Nós estimulamos as crianças a serem protagonistas da sua própria história, ocupando seu lugar na sociedade. A música é uma linguagem universal, e através dela os alunos se conectam e se comunicam com o universo e com isso se percebem inseridos, dialogando sem barreiras como deve ser o ser humano integral”, afirma Aroldo Macêdo, diretor da escola.




Ágatha Clarissa é uma das participantes da Escola, ela conta que a escola oferece uma riqueza de conteúdo que a ajuda não só no aprendizado do instrumento, mas também nas questões da vida. “É um aprendizado para vida toda. Aqui, além de aprender sobre música e instrumentos, a gente encontra uma família que te ajuda a ser melhor”, revela a menina.




 

A gente aqui no Meu Catavento Colorido já falou sobre os muitos benefícios que a música traz para as crianças. Segundo os idealizadores da Escola, com o estudo de um instrumento, a criança se torna mais disciplinada, mais sociável, com mais foco, melhor memorização, entre outros benefícios. “Quando a gente trabalha música, a gente não trabalha só o ouvir. A gente trabalha a percepção através do corpo também. A música precisa ser sentida também com o corpo”, opina  Isabel Reis, professora de percepção musical.





A pequena Lana

 


A infância e as amizades que construímos durante esse período lindo da nossa vida são temas dessa delicada obra da escritora e ilustradora Silvana Rando. Na história, a pequena Lana é uma garota muito habituada a brincar sozinha. Entre fazer bolos de mentirinha com os insetos do jardim, crescer até ficar do tamanho de um dinossauro, cuidar dos pacientes de brinquedo e até mesmo salvar o planeta ao regar as plantas, Lana observa os seus dias passarem em tom agridoce – o que ela queria mesmo era ter um amigo para brincar junto. Até que um dia... "Buuum!"



Inspirada nas memórias de infância da autora, A pequena Lana é uma obra que aborda com extrema sensibilidade as delícias e as dores de ser criança. Um lindo e inspirador livrinho! Imperdível.




Livro: A pequena Lana



Autora/ Ilustradora: Silvana Rando



Editora: Brinque-Book




O rabo do gato

Os bichos estão em polvorosa! Você acredita que agora foi o sapo que colocou um rabo de gato e, simplesmente, não sabe mais quem ele é. Estranho isso, né?! De repente, aparece uma sapa e ele vai, aos poucos, descobrindo que ele não é um gato, mas sim um sapo!

Vamos conferir essa história?

Livro: O rabo do gato

Autor: Mary França

Ilustrador: Eliardo França

Editora: Ática (24ª edição)

Idade de leitura: de 3 a 5 anos



Joaninha Ana Joana: uma aventura surpreendente

 



Esta é a história de Ana Joana, uma joaninha que, cansada da vida que levava, decidiu alçar voo em busca de novas aventuras. Nessa jornada, Ana Joana não apenas descobre um mundo totalmente novo para ela, mas, também, o valor das novas experiências e da amizade.



 

A autora Luciana Faganello narra as vivências de Ana Joana com ludicidade e de maneira divertida mostra a importância das boas amizades. O livro dá lições de como a amizade é super importante para o bom desenvolvimento.



Essas vivências fazem com que a criança se identifique com o outro e se reconheça através da interação. Além disso, abre espaço para as habilidades interpessoais essenciais para a vida coletiva, como a construção de relacionamentos, a convivência e a lealdade. Ótima leitura!




Livro: Joaninha Ana Joana: uma aventura surpreendente




Autora: Luciana Faganello




Editora: Amarilys





Aprendendo sobre virtudes

Piedade, alegria, honestidade e fé são algumas das inúmeras virtudes que precisam ser exercitadas todos os dias. Para ajudar, nada melhor do que um livro que fala sobre a importância de cada uma delas e de colocá-las a serviço do próximo. 

Aproveite essa dica de leitura para estimular e despertar as virtudes, de modo especial a bondade, nas crianças.

Boa leitura!

Livro: Aprendendo sobre virtudes - Um manual para se tomarem boas decisões

Autora: Juliette Garesché Dagas

Ilustrador: R. W. Alley

Editora: Paulus


Período do desfralde exige paciência e atenção dos adultos

Cada fase da vida de uma criança é um momento de descobertas não só para os pequenos, mas para toda a família. Uma destas fases acontece quando chega o momento de deixar de utilizar as fraldas. Para muitos papais e mamães este pode ser um período muito difícil, já que os meninos e meninas ainda não conseguem controlar o próprio corpo e acabam fazendo xixi por toda a casa, como se ainda estivessem utilizando as fraldinhas.

Quem viveu isso recentemente foi a psicopedagoga Maria da Glória Rocha. Mãe de dois meninos, um deles com 3 anos, no início de 2021 teve início o desafio: desfraldar o Gabriel. "Nós conversamos com ele, que ainda estava com 2 anos, que já estava na hora de começar a fazer xixi no vaso sanitário. No início foi difícil, mas depois ele começou a conseguir", afirma.

Para que o Gabriel desse os primeiros passos nessa nova etapa, mamãe e papai redobraram a atenção. "A todo momento perguntamos para ele: 'Gabriel, quer fazer xixi?'. Fizemos isso por vários dias, diversas vezes ao dia, até ele começar a nos avisar que estava com vontade de fazer xixi. Todas as vezes nós o acompanhávamos até o banheiro, até que percebemos que ele já estava indo sozinho. Porém, ainda o supervisionamos, para evitar que ele suba no vaso sanitário, por exemplo", comemorou a mamãe do Gabriel.

Para que a "separação" das fraldas acontecesse de maneira tranquila, desde que começou a andar, Gabriel foi estimulado a entender que precisava jogar as fraldinhas no lixo. "Quando a gente trocava a fralda dele, era ele mesmo quem já pegava e já jogava no lixo. Assim ele foi entendendo que a fralda não era parte dele, mas sim um objeto que precisava ir, aos poucos, se desfazendo", conta Maria da Glória.

Se você está passando por este período do desfralde do seu bebê, confira algumas dicas que a nossa equipe separou:

- Incentive a criança a ir ao banheiro e a utilizar o penico ou o vaso sanitário;

- Ofereça cueca (meninos) ou calcinha (meninas) confortáveis e com estampas coloridas e divertidas;

- Tenha uma estratégia. Normalmente, os papais e as mamães retiram a fralda durante o dia e deixam somente à noite;

- Deixe a criança com roupa fácil de tirar, de modo que ela comece a se desvestir sozinha;

- Converse com a criança todos os dias sobre esse assunto e tenha paciência. Não fique bravo caso ela faça xixi na roupa. Lembre-se que ela está aprendendo e todo aprendizado leva tempo.



Papai é meu!


O que será que acontece quando duas irmãs puxam, uma de cada lado, os braços de seu pai? Papai é meu! nasceu de um fato real na vida do autor. Ficção e realidade se misturam nessa maluca história de ciúme e amor entre duas irmãs e seu pai.



Uma obra que narra os sentimentos de amor e ciúme entre duas irmãs. Elas puxam, uma de cada lado, os braços do papai, e agora o que vai acontecer? O autor Ilan Brenman relata aqueles conflitos típicos que a gente só vê acontecer nas famílias!


Afinal, de quem é o papai? Só lendo essa incrível historinha para descobrir!



Livro: Papai é meu!


Autor: Ilan Brenman


Editora: Moderna




Até as fadas usam óculos

Você sabia que as fadas também usam óculos? Não?! Pois hoje você vai conferir a dica de um livro que conta a história da Lili, uma linda fadinha que iniciou na escola das fadas, mas que percebe não estar enxergando direito.

A Lili agora vai precisar utilizar óculos, mas você sabia que ela ficou ainda mais linda? Que tal conferir essa aventura?

Boa leitura!

Livro: Até as fadas usam óculos

Autora: Sienna Williams

Editora: Ciranda Cultural (1a edição - 1° de janeiro de 2017)


O que cabe na mochila?

 


Um livrinho muito colorido, com lindas ilustrações e que ajuda aos pequenos a adentrar no universo da matemática. Esse é o O que cabe na mochila? Conceitos como maior, menor, mais e menos, são explicados de forma lúdica e divertida.


O livro conta a história de um menininho que fica bravo com a sua mamãe e decide ir morar na casa da avó (quem nunca?rs) e se vê no dilema do que cabe dentro da sua mochila amarela.


Como será que ele vai resolver esse dilema? Só lendo para saber!


Livro: O que cabe na mochila?

Autor:  Yoo Young So

Editora: Callis



O pintinho que nasceu quadrado

Carola colocou um ovo... e que susto: o ovo é quadrado! Mas, quem já viu um ovo quadrado? Como será que vai nascer esse pintinho? Nossa, como a Carola ficou preocupado.

Quando o pintinho nasceu, eis que ele também era quadrado! Como foi impedida de ficar no galinheiro, Carola parte com o pintinho em busca de um lugar onde o seu filho possa ser criado com respeito e dignidade. E agora?

Agora, vamos ler esse livro super interessante, que mostra que todos, absolutamente todos, são diferentes e nem por isso tem alguém menos ou mais importante.

Boa leitura!

Livro: O pintinho que nasceu quadrado

Autoras: Regina Chamlian e Helena Alexandrino

Editora: Global Editora (1º de janeiro de 2997)




Consciência cidadã com amor ao meio ambiente

 

Um núcleo de jardinagem e horta que visa integrar escola e comunidade despertando uma consciência cidadã de responsabilidade e amor ao meio ambiente. Esse é o propósito do Centro Educacional Carneiro Ribeiro, a Escola Parque, localizado no bairro da Caixa d’Água, em Salvador. O projeto, que atrai alunos de diversas faixas etárias, familiares e comunidade do entorno, é uma das 70 oficinas do Núcleo de Projetos Especiais (NUPES) oferecidas pela escola, ao lado das atividades do currículo regular.



“Para além de trabalhar técnicas de plantio, tratamento de resíduos e outras coisas inerentes a conservação dos recursos e biodiversidade, trabalhamos também conteúdos na dimensão das atitudes. Temos como proposta estimular o ativismo nas causas socioambientais e o engajamento dos estudantes em buscar soluções para a problemática do meio ambiente", afirma Uiré Penna, professor do núcleo. No Brasil, a preservação ambiental nas escolas tem até mesmo uma base política. A Lei número 9.795, de 27 de abril de 1999 prevê que a educação ambiental deve estar presente e ser desenvolvida em diferentes níveis educacionais, em escolas públicas e privadas.



Dentro do ambiente escolar, a criança vai iniciar o seu processo de interação social, inserindo-se em uma nova realidade além daquela vivenciada com os seus familiares. “Durante a infância, é importante trabalhar os temas meio ambiente e preservação de forma lúdica e inseri-los em atividades interdisciplinares. Dessa forma, os jovens conseguem relacionar o cuidado com o meio ambiente com os diferentes temas a que está tendo acesso e, assim, ter uma compreensão mais ampla e dinâmica sobre o mundo e seus desafios”, argumenta Uiré.



Neste momento, por conta da pandemia, o projeto está parado. Mas o incentivo do docente é que práticas de preservação, conservação, descarte correto e reaproveitamento de materiais, com vistas em proteger o meio ambiente, sejam uma constante na rotina de jovens e adultos. Nós precisamos do meio ambiente, e não ele de nós. Assim, a consciência ambiental é primordial para compreendermos que dividimos tempo e espaço com outras criaturas e interagimos com fatores diversos”, finaliza.




Brincar de ser feliz



Quando Libby estava com 6 anos, seus pais decidiram se separar. A garotinha britânica teve de se mudar para uma casa menor com a mãe e o irmão mais velho e passou pelo cada vez mais comum – mas não por isso menos doloroso – processo de separação da família.



Libby Rees passou por uma situação que muitas crianças enfrentam atualmente o divórcio dos pais. Porém, apesar da pouca idade, ela encontrou uma maneira de superar esse momento tão difícil escrever uma lista de ações que a ajudassem a lidar com o problema e colocá-las em prática.



O resultado é Brincar de ser feliz, um livro repleto de pequenas ideias originais que estimula os pequenos leitores a vencer as dificuldades típicas da infância. Com maturidade emocional, a autora compartilha suas estratégias simples e prova que o caminho para a felicidade é muito divertido.





Livro: Brincar de ser feliz




Autores:  Libby Rees


 



Editora: Best-Seller





O abraço perfeito

Abraçar é tão bommm, mas receber um abraço é ainda melhor. No abraço nós nos sentimos protegidos, acolhidos, amados! Uma certa raposa quer assim se sentir e vive em busca do abraço perfeito. Mas, como será esse abraço?

Vamos ajudá-lo a descobrir?

Livro: O abraço perfeito

Editora: Ciranda Cultural (1ª edição - 1 de janeiro de 2018)

Idade de leitura: 0 a 3 anos



ABECÊ da liberdade

 

Esse lindo livrinho conta a história de Luizinho. Um menino que morou em Salvador, na Bahia, no início do século XIX. Sua mãe, uma negra africana que chegou ao Brasil como escrava, se chamava Luiza Mahin.





Luiza era muito valente e depois de conseguir sua própria liberdade passou a lutar pela emancipação de outros escravos. Mas ela se envolveu em tantas revoltas que precisou fugir de Salvador, deixando Luizinho aos cuidados do pai. Ninguém sabe o nome do pai de Luizinho, apenas que era branco e que vendeu o filho como escravo.





O menino foi então parar no Rio de Janeiro, onde viveu muitas aventuras. Com muita determinação e seguindo os conselhos deixados por sua mãe, Luizinho conseguiu reescrever sua história. Muitos anos depois, se tornaria o famoso escritor, advogado e abolicionista Luiz Gama, responsável pela libertação de centenas de escravizados.





Escrito especialmente para crianças, este livro faz parte das Historinhas do Brasil: uma coleção que reconta, de forma criativa, fatos importantes da história política, social e cultural do Brasil. Imperdível!




Livro: ABECÊ da liberdade



Autores:  José Roberto Torero e Marcus Aurelius Pimenta



Ilustradora: Edu Oliveira



Editora: Companhia das Letrinhas



Gabriel, já para o banho!

Pense que todo dia é a mesma história:

- Hora do banhoooo!! Mas, cadê o Gabriel?

Sumiu! Se falar em banho, não adianta chamar o Gabriel. Ele simplesmente foge! E qual é a criança que não tenta escapulir dos banhos, ainda mais quando está no meio da brincadeira?

No caso do Gabriel, o engraçado é que ele não gosta de tomar banho, mas quando está embaixo do chuveiro é um trabalhão para fazê-lo sair! Mas, como será que o papai, a mamãe e até mesmo a irmã do Gabriel conseguem lidar com esta situação? Vamos descobrir?

Boa leitura!

Livro: Gabriel, já para o banho!

Autor: Ilan Branman

Ilustradora: Silvana Rando

Editora: Brinque-book (1ª edição - 19 de agosto de 2019)



Capoeira oferece inúmeros benefícios para as crianças

Alongar o corpo, ajudar na disciplina, melhorar os reflexos e ajudar na coordenação dos movimentos corporais. Estes são alguns dos inúmeros benefícios da capoeira, que, para quem não sabe, é uma expressão cultural que envolve música, dança, acrobacias e até mesmo artes marciais. Para iniciar, não há uma idade específica e quanto mais cedo, melhor.

Para falar sobre as maravilhas que a capoeira é capaz de fazer na vida das crianças, nós entrevistamos o contramestre Capacete, do grupo de capoeira São Bento. Confira este bate-papo:

Meu Catavento Colorido - Quais são os principais benefícios da capoeira para as crianças?

Contramestre Capacete - A capoeira trabalha a coordenação motora, trabalha a lateralidade, trabalha a inibição da criança e a musicalidade, entre muitos outros benefícios que a capoeira oferece para a criança.

Meu Catavento Colorido - Além de melhorar questões relacionadas à saúde física, de que forma a capoeira pode auxiliar na disciplina infantil?

Contramestre Capacete - Na minha opinião, a respeito da disciplina, isso varia da postura do seu professor. Se ele não sabe impor respeito para com seus alunos, o aluno também não vai saber o que é respeitar o próximo.

Meu Catavento Colorido - Como capoeirista, de que forma você observa os primeiros passos das crianças nesta expressão cultural?

Contramestre Capacete  - Eu vejo como uma coisa maravilhosa, afinal a capoeira é muito lúdica. O professor não tem que ensinar só capoeira para criança, ele tem que brincar de fazer capoeira, pois isso faz com que a criança, mesmo brincando, aprenda a respeitar, não só o professor mas também os colegas e seus pais.

Meu Catavento Colorido - Que mensagem você, enquanto capoeirista, pode deixar para os pais que ainda não se decidiram em inserir as crianças nessa expressão cultural?

Contramestre Capacete - Que os pais permitam que seus filhos pratiquem a capoeira e, com o tempo, eles vão ver o quanto a capoeira vai fazer bem. Além disso, se eles puderem praticar também, ajuda mais ainda na convivência, entre pais e filhos.

Meu Catavento Colorido - Que mensagem você deixa para as crianças que já mergulharam no mundo da capoeira?

Contramestre Capacete - A minha mensagem para as crianças é que elas não parem de praticar capoeira, respeitem sempre seus pais e seu mestre [professor de capoeira]. Também peço que elas se dediquem dediquem a aprender a tocar os instrumentos da capoeira, bem como na musicalidade, na perfeição de cada movimento, por que um capoeirista tem que ser completo, saber tocar, cantar, jogar e aprender o golpe mais importante da capoeira, que é a humildade.



Aqui também




Será que somos tão diferentes assim de quem vive longe de nós? O livrinho Aqui também vai nos mostrar que não. 


Com um projeto gráfico que nos leva a girar o livro a cada virar de página (assim como a rotação do nosso planeta), a autora Paula Frankel nos fala sobre alteridade, sobre como somos diferentes e, ao mesmo tempo, iguais em muitas coisas.


É um livro que nos ensina que há algo, intangível e belo, que nos une a todas as outras pessoas do mundo. Uma linda lição de compreensão das diferenças para refletirmos com nossos pequenos! Imperdível



Livro: Aqui também



Autora: Paula Frankel



Editora: Callis











O relógio só tem pressa na hora que quer

Luiza queria brincar, mas todas as vezes o relógio parecia acelerar. Acelerava tanto que quando a menina se dava conta,  mamãe já estava chamando para almoçar. Já quando chegava a hora do descanso ou de estudar, pense que o relógio parecia ficar mais lento...

A história de Luiza faz você lembrar dos bons momentos da infância, quando se queria mais tempo para brincar, porém a hora parecia voar? Então, aproveite para contar essa história divertida e cheia de rimas para as crianças!

Boa leitura!

Livro: O relógio só tem pressa na hora que quer

Autora: Renata Fernandes

Ilustração: Heitor Neto

Editora: Letra A


O soldadinho de chumbo

 


Um clássico revisitado pela turminha do desenhista Maurício de Souza! Sim, um clássico do escritor Hans Christian Andersen. O soldadinho de chumbo é representado pelo Cebolinha e lógico que a bailarina é representada pela Mônica. O soldadinho tem uma perna só. Depois que uma rajada de vento o joga na rua, ele vai viver aventuras inesquecíveis até reencontrar sua querida bailarina de cera, a Mônica.



Um livrinho em forma de gibi muito legal para falar sobre as diferenças, sobre o respeito e até mesmo sobre bullying, afinal, de certa forma, o soldadinho sofre e se sente desprezado, por ser perneta. Imperdível!





Livro: O soldadinho de chumbo



Autor: Maurício de Souza



Ilustrações: Estúdios Maurício de Souza



Editora: Girassol


 

Cabelo ruim? A história de três meninas aprendendo a se aceitar

Descobrir e aceitar a própria beleza, muitas vezes, é um grande desafio para as crianças, de modo especial para as meninas. Quando pequenas, elas tendem a observar umas às outras e, se não houver o acompanhamento dos pais e educadores, as comparações podem ser prejudiciais.

Isso é muito comum, entre outras coisas, quando o assunto é cabelo. Quem nunca ouviu a expressão "cabelo ruim"? E quantas meninas passaram a sentirem-se feias a partir deste tipo de colocação pelas próprias amiguinhas?

Pensando nisso, a equipe do Meu Catavento Colorido separou uma dica de leitura muito bacana para hoje: Cabelo ruim? A história de três meninas aprendendo a se aceitar. É importante destacar que este livro não é apenas para quem já ouviu esta expressão, mas sim para todas as crianças, afinal cada uma delas precisa aprender a descobrir e a aceitar a maravilha que é!

Boa leitura!

Livro: Cabelo ruim? A história de três meninas aprendendo a se aceitar

Autora: Neusa Baptista Pinto

Editora: Tanta Tinda (3ª edição 1º de janeiro de 2012)


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