É proibido falar disso!

 


Ruth tinha seis anos quando um dia se deu conta, quase sem querer, de que havia muitas coisas sobre sua irmã que ela não sabia. Que ela não era de fato sua irmã, por exemplo. Quando quis perguntar sobre esse assunto a seus familiares, deparou com um muro de silêncio, pois todo mundo, exceto ela, sabia que era simplesmente proibido falar disso! Mas Ruth não desistiu.



Com a ajuda do amigo Dudi, ela conseguiu quebrar esse pacto de silêncio, trazendo à tona uma história dos tempos da Segunda Guerra Mundial; uma história que, na verdade, não aconteceu só com a família dela, mas que marcou o seu povo e todo o mundo. Uma narrativa imperdível de aventura e imaginação solta.



Livro: É proibido falar disso!


Autora: Noemie Shay


Editora: Companhia das Letrinhas






Bibi come de tudo

 





Bibi gosta de pés de galinha, seu primo Artur adora tomates. E ambos detestam berinjelas. O livro Bibi come de tudo, do autor Alejandro Rosas, mostra como as crianças se relacionam com a comida e como vencer a resistência que elas apresentam diante de certos alimentos.



Bibi fala de alimentos que não gosta e a estratégia utilizada pelo seu pai para que ela e seu primo Artur comecem a provar novos alimentos, como a criação da lista de 3 alimentos que não precisavam comer. Com isso, eles passaram a provar mais alimentos, chegando a provar e passar a gostar de alimentos citados na lista – a berinjela. Uma linda historinha para ajudar papais e mamães na missão de alimentar seus pequenos com qualidade.



Livro: Bibi come de tudo



Autor: Alejandro Rosas



Editora: Scipione





A coisa terrível que aconteceu com Barnaby Brocket

 



A família Brocket tinha muito orgulho de ser perfeitamente normal. Alistair, Eleanor e seus dois filhos moravam numa casa normal, num bairro normal, onde faziam coisas normais, sempre evitando que algo fora do comum pudesse acontecer. E assim levavam uma vida pacata e sem sobressaltos - até o dia em que Barnaby Brocket veio ao mundo.




Bastou o caçula nascer para todos perceberem que ele era um pouco diferente: logo que se separou do corpo da mãe, o bebê foi parar no teto do hospital... Ele flutuava! E aquela incapacidade de ficar com os pés no chão, que no começo parecia apenas uma esquisitice de criança, com o tempo se transformou num verdadeiro problema para seus parentes. Afinal, como seria a reação dos vizinhos quando descobrissem essa peculiaridade do filho mais novo dos Brocket? Barnaby virou motivo de vergonha.




E depois de longos oito anos, quando o caso parecia não ter mais solução, Alistair e Eleanor decidem dar um ponto final nesse sofrimento. O garoto é abandonado à sua própria sorte e começa a flutuar sem destino. Mas, assustado e surpreso com o que tinha acabado de acontecer, Barnaby mal sabia que esse era apenas o começo de uma viagem pelo mundo, em que conheceria lugares impressionantes e pessoas muito especiais - que, como ele, não eram tão normais assim.




A Coisa Terrível Que Aconteceu Com Barnaby Brocket tem uma mensagem muito bonita e positiva sobre aceitar as diferenças, aceitar o próximo e o mais importante: a auto aceitação. Mais uma dica linda e imperdível de leitura!



LivroA Coisa Terrível Que Aconteceu Com Barnaby Brocket 


AutorJohn Boyne


Ilustrador: Oliver Jeffers


Editora: Companhia das Letrinhas





Clic e Cloc

 



As relações de amizade muitas vezes enfrentam contratempos. Afinal, mesmo os grandes amigos têm suas diferenças. Essa reflexão é o tema central de Clic e Cloc, uma delicada obra da autora e ilustradora Estelle Billon-Spagnol. Desde que nasceram, Clic e Cloc são simplesmente inseparáveis, ainda que um tanto diferentes: Clic é uma ave de grande porte, dotada de um longo bico, e Cloc, um passarinho bem pequenino, de asas muito ágeis.



Mas essas diferenças físicas pouco importam. Clic e Cloc gostam mesmo é de brincar, de conversar, de inventar jogos e de passear juntos. Aonde um vai, o outro vai atrás. Onde um fica, o outro fica também. A identificação é tanta que até na hora de dormir eles estão juntos. Até que um dia... Clic acordou e não encontrou Cloc ao seu lado. Preocupado, ele logo saiu à procura do amigo, perguntando a todos os que encontrava pelo caminho: “Você viu Cloc?” O desfecho dessa história é surpreendente!



Livro: Clic e Cloc




Autora: Estelle Billon-Spagnol




Editora: Brinque-Book




 


Livres Livros: um projeto de amor e incentivo à leitura

 

Raíssa Martins / Foto: acervo Livres Livros

Um projeto que une a paixão pelos livros e a vontade de oferecer algo relevante para a sociedade: esse é o Livres Livros. A iniciativa começou em 2015 e minibibliotecas livres em forma de casinhas de madeira foram instaladas em espaços públicos se espalhando por diversos bairros de Salvador, e mais outras cidades. Cada casinha conta com a ajuda de voluntários, que se comprometem a mantê-la limpinha e organizada e também da população, que interage com ela, pegando um livrinho, deixando outro, lendo sozinho ou para uma criança.



 

Segundo os idealizadores, as casinhas são um marco físico do projeto, mas a iniciativa é bem mais ampla, pois integra pessoas, empresas e o poder público em um único propósito. Incentivar a leitura é o caminho para provocar as comunidades de maneira construtiva, convidando as pessoas a olharem para dentro de si e a buscarem seus sonhos, praticando a autorresponsabilidade. As pessoas podem pegar ou deixar livros. A troca é livre, sem burocracia ou exigências, baseada apenas na consciência e no valor de uma iniciativa como esta. O leitor pode pegar um livro em uma das casinhas e devolver em outra. O essencial é que ele leia e seja tocado pela ideia de fazer os livros circularem em bom estado. 



 

“Acreditamos que incentivar a leitura é um passo importante para a educação, por isso provocamos as pessoas a desejarem o conhecimento, através da literatura e de livros que convidem a sonhar”, argumenta Raissa Martins, escritora, empreendedora e fundadora do Livres Livros. O projeto Livres Livros tem como referência a Fundação Americana Little Free Library, que atua com o objetivo de dar acesso a leitura de forma gratuita, dialogando com a comunidade e com a participação da sociedade numa troca de livros infinita: “Deixe um livro, Leve um livro".


Para conhecer mais sobre o Livres Livros: www.livreslivros.com.br.





A casa dos pequenos cientistas

 



A Casa dos Pequenos Cientistas é um lindo livrinho escrito  por Joachim Hecker e publicado pela editora WMF. É a história de um grupo de pequenos cientistas que mora numa casa que se desloca pelo mundo e estaciona onde lhe dá na telha. Ora ela para à beira de um lago, ora à beira do mar, ora no alto de uma montanha.



Em cada lugar, as crianças desembarcam e acabam se vendo diante de algum fato intrigante: um elefante com dor de dente, uma baleia encalhada, o sumiço de um documento, o aparecimento de desenhos numa caverna desabitada. Obrigados a resolver essas situações e mistérios, os pequenos cientistas acabam dando ensejo a experiências simples e interessantes, que os leitores podem reproduzir em casa ou na escola. No final, sempre vem a explicação científica do fenômeno, com informações adicionais para os mais curiosos. Mais uma dica de leitura imperdível!



Livro: A casa dos pequenos cientistas



Autor: Joachim Hecker



Editora: WMF




Tuca, vovó e Guto


Ter avó é tãoooo bom! A vovó é sempre doce, carinhosa e nos ajuda a sermos crianças felizes. É a vovó quem nos ensina muitas coisas, inclusive coisas que a mamãe não deixa (por isso a mamãe sempre diz que a vovó "estraga as crianças).

Não é novidade para ninguém que a vovó gosta de fazer a vontade dos netinhos. Se é assim com quase todo mundo, também é assim com Tuca e Guto. A vovó deles entrou em uma loja de brinquedos e escolheu dois, sendo um para cada um. Mas, o que será que Tuca é Guto irão ganhar? Vamos descobrir?

Livro: Tuca, vovó e Guto

Autores: Mary França e Eliardo França

Editora: Ática (18a edição)


A menina da cabeça quadrada


As crianças da sua casa costumam ficar muito ou pouco tempo com os aparelhos celulares? Pois, Cecília ficava tanto, mas tanto tempo que certo dia ela acordou com a cabeça quadrada! Masssss, como isso é possível? Vamos descobrir juntos!

Livro: A menina da cabeça quadrada

Autora: Emília Nuñez

Ilustrações: Bruna Assis Brasil

Editora: Tibi (1 de janeiro de janeiro)



Chupeta: uso prolongado pode causar problemas na saúde das crianças

Maria Clara já completou três anos, mas não consegue ficar sem a chupeta. Se é para dormir, ou para ser "acalmada", a chupeta está sempre por perto, ao alcance das mãozinhas e da boca. "Já tentamos tirar, mas não teve jeito. Sem a chupeta, ela chora muito, e aí acabamos ficando com pena e devolvendo a chupeta para ela", afirma Fabiana dos Santos, mãe da Maria Clara.

Apesar de parecer algo normal, a utilização da chupeta por muito tempo pode desencadear problemas na saúde bucal das crianças. Alguns deles são ortodônticos, como dificuldade na mastigação, desalinhamento dos dentes e alterações nas cavidades orais. "Eu sei que é necessário tirar a chupeta e tenho medo que ela desenvolva alguns problemas. Mas, não é tão simples assim", conta Fabiana.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), a criança que utiliza chupeta costuma mamar menos do que a que não utiliza. Isto acontece porquê a sucção da chupeta é diferente do peito. "O uso de chupeta tem sido identificado como um fator associado à menor duração do aleitamento materno (AM) e do aleitamento materno exclusivo (AME) em estudos observacionais, com evidências consistentes de que o desmame precoce entre um e 24 meses é mais frequente em crianças usuárias de chupeta, quando comparadas com crianças que não possuem esse hábito", aponta.

O uso excessivo da chupeta também pode provocar otite média aguda. "A otite média é caracterizada pela presença de líquido no ouvido médio. Na sucção da chupeta, não é exigido o mesmo nível de organização e pressão negativa que na sucção da mama, não existindo o constante estímulo do músculo tensor do palato membranoso, o principal responsável pela abertura da tuba auditiva e que tem um importante papel na prevenção das otites médias. Estudos apontam uma ocorrência 33% maior de otite média nas crianças menores de 18 meses que utilizam chupeta", afirma um estudo da SBP.

Mas, e para as mamães e para os papais que ainda não conseguiram tirar a chupeta dos pequenos, o que é possível fazer?

1. Tenha paciência

Entenda que se a criança estiver acostumada, não será tão fácil fazer ela esquecer. Com paciência, é possível mostrar que ela pode ficar sem este objeto.

2. Vá aos poucos

Retirar algo que se gosta de vez é frustrante para qualquer pessoa. Agora pense como é para as crianças. Então, aos pouquinhos, vá retirando a chupeta, alternando os horários de uso, oferecendo brinquedos para distraí-las etc.

3. Tempo

Compreenda que as pessoas são diferentes e que você não deve comparar o tempo de uma criança com o tempo de outra. Frases como "Fulano não usa mais a chupeta faz tempo" ou "Na sua idade fulano já não usava chupeta" não devem ser utilizadas neste processo.

4. Resista

Após retirar a chupeta, a criança vai pedir. Resista, insista que ela não precisa mais.

5. Converse

A conversa é fundamental em qualquer fase da vida. Não pense que a sua criança, por menor que seja, não compreende.


A invenção de Celeste




A professora pediu que a turma trouxesse fotos de seus bichinhos de estimação. Mas Celeste não tem um, e agora? O jeito é tirar uma foto do Chocolate, o simpático cachorro do vizinho, e dizer que era dela. Mas será que mentir é mesmo a melhor solução? Essa invenção vai acabar gerando ainda mais problemas. Celeste vai descobrir como é importante dizer sempre a verdade e que a mentira, sempre, tem pernas bem curtas. 



Um livrinho interessante para trabalhar com as crianças conceitos como disciplina, bom comportamento, mentira, verdade. É muito interessante observar de que modo as crianças conseguem resolver essas situações. Quais são as alternativas, as soluções que elas encontram? É necessário que os adultos (pais, cuidadores e professores) as ajudem em alguns momentos? Em que momentos e como ajudá-las? Uma obra imperdível!



Livro: A invenção de Celeste



Autora: Telma Guimarães Castro Andrade



Ilustrações: Silvana Rando



Editora: Editora do Brasil







Girafas não sabem dançar

Pense em uma girafa completamente desengonçada... pensou? Pois é o Geraldo! Ele é tão desengonçado que se correr, troca as pernas e se estatela no chão. Mas, se tem uma coisa que o Geraldo gosta é de dançar, mesmo sem saber, mesmo sendo desengonçado. O que não falta no Geraldo é coragem!

E você, é corajoso assim quando quer fazer alguma coisa? Que tal aproveitar este livro para conversar com as crianças sobre a coragem de fazer até mesmo o que parece ser impossível? Vamos mergulhar nessa dica de leitura?

Livro: Girafas não sabem dançar
Autor: Giles Andrade
Ilustração: Guy Parker-Rees
Idade: a partir dos 2 anos
Editora: Cia das Letrinhas



Quem Comenta!

Faça contato!

Nome

E-mail *

Mensagem *

Divulgue o Catavento!!!

MEU CATAVENTO COLORIDO

Translate!

Números

MEU CATAVENTO COLORIDO - Todos os Direitos Reservados - Copyright © 2015
Desenvolvimento EMPORIUM DIGITAL